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Após votar, Fachin diz que Brasil precisa de 'paz e tranquilidade'
Presidente do Supremo Tribunal Federal destacou os desafios da próxima gestão e citou cumprimento de 'deveres constitucionais'
Por Estadão Conteúdo
Publicado em 25/10/2026 13:15:08O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, disse, em discurso protocolar, que os "desafios" do Brasil aguardam quem for eleito neste domingo (25). As pesquisas indicam empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A fala do ministro foi feita em pronunciamento à imprensa após ele votar em seu colégio eleitoral em Brasília (DF).
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"A partir de amanhã os desafios aguardam os escolhidos, os eleitos, para cumprirem com seus deveres constitucionais", declarou. "O Brasil precisa de paz e tranquilidade para enfrentar os grandes desafios em diversas áreas que demandam a presença do Estado e, obviamente, o atendimento às legítimas demandas da sociedade", declarou Fachin.
Neste sábado (24), o presidente do Supremo deu prazo de três horas para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prestar informações sobre a exigência de autorização prévia para o transporte de eleitores indígenas no segundo turno. A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a suspensão de parte da decisão do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, que exige aprovação do juiz eleitoral para cada operação de transporte realizada por órgãos federais.
Na noite de sábado, o ministro Kassio Nunes Marques reconsiderou parte de uma decisão. Também ontem, o governo federal informou em nota que está adotando as providências necessárias para assegurar o acesso dos eleitores indígenas e quilombolas, além de comunidades ribeirinhas, extrativistas e famílias assentadas, aos locais de votação no segundo turno das eleições.
"A partir de amanhã os desafios aguardam os escolhidos, os eleitos, para cumprirem com seus deveres constitucionais", declarou. "O Brasil precisa de paz e tranquilidade para enfrentar os grandes desafios em diversas áreas que demandam a presença do Estado e, obviamente, o atendimento às legítimas demandas da sociedade", declarou Fachin.
Neste sábado (24), o presidente do Supremo deu prazo de três horas para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prestar informações sobre a exigência de autorização prévia para o transporte de eleitores indígenas no segundo turno. A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a suspensão de parte da decisão do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, que exige aprovação do juiz eleitoral para cada operação de transporte realizada por órgãos federais.
Na noite de sábado, o ministro Kassio Nunes Marques reconsiderou parte de uma decisão. Também ontem, o governo federal informou em nota que está adotando as providências necessárias para assegurar o acesso dos eleitores indígenas e quilombolas, além de comunidades ribeirinhas, extrativistas e famílias assentadas, aos locais de votação no segundo turno das eleições.
Nunes Marques sobre votação: 'Tudo correndo dentro do esperado'
No início da tarde deste domingo, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou que historicamente o resultado das eleições é sabido por volta das 20h30 e isso deve se repetir esse ano. "Historicamente a gente cria o marco fictício de 20h30, mas fica em torno de 20h30 e 21h. É o que ocorre em praticamente todas as eleições presidenciais", disse.
Pela manhã, ele visitou o Centro de Divulgação das Eleições (CDE) 2026, acompanhado de advogados das campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo assessoria da Corte, há representantes sete partidos presentes.
"Toda a eficiência da Justiça Eleitoral e a transparência que temos dado nesse processo", afirmou, se dirigindo aos jornalistas. Ele também afirmou que tudo estava correndo "dentro do esperado".
Pela manhã, ele visitou o Centro de Divulgação das Eleições (CDE) 2026, acompanhado de advogados das campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo assessoria da Corte, há representantes sete partidos presentes.
"Toda a eficiência da Justiça Eleitoral e a transparência que temos dado nesse processo", afirmou, se dirigindo aos jornalistas. Ele também afirmou que tudo estava correndo "dentro do esperado".