Geral
Polícia Civil faz operação contra exploração sexual de adolescentes
Criminosos produziam registros audiovisuais e utilizavam o material para torturar e ameaçar as vítimas; Seis suspeitos foram presos
Por Ana Fernanda Freire
Publicado em 28/10/2026 10:47:24A Polícia Civil realiza, nesta quarta-feira (28), a Operação NXIVM contra um esquema de escravidão sexual de adolescentes. A ação tem como objetivo cumprir mandados de prisão e 18 medidas de busca e apreensão contra envolvidos em uma rede criminosa investigada por produzir vídeos de exploração sexual de menores, com registros de estupros coletivos, torturas, ameaças e chantagens. Até o momento, sete criminosos foram presos.
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As diligências são realizadas por agentes da 74ª DP (Alcântara) e contam com apoio de diversas unidades do 4º Departamento de Polícia de Área (DPA) e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar nos municípios de Niterói, São Gonçalo e Maricá, na Região Metropolitana.
A investigação teve início em julho, com a prisão de um assessor parlamentar pelo estupro de vulnerável de uma adolescente de 16 anos, em Icaraí, Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Na ocasião, os agentes apreenderam dois notebooks e celulares na casa do suspeito. A análise dos dispositivos eletrônicos e de imagens de câmeras de segurança permitiu avançar na desarticulação do esquema.
O trabalho investigativo desvendou uma grande rede de geração de vídeos de pornografia com adolescentes, em esquema de escravidão sexual, na qual os autores se autodenominavam “senhores”, enquanto as vítimas eram tratadas como “escravas”.
De acordo com os elementos reunidos, os criminosos produziam registros audiovisuais de violência sexual e utilizavam o material para torturar e ameaçar as adolescentes com a divulgação das imagens. O mecanismo de chantagem, associado a agressões físicas e psicológicas, era empregado para manter as vítimas sob controle e submetê-las a novos abusos.
O caso chegou à 74ª DP após a adolescente procurar a unidade, acompanhada dos pais, para denunciar as violências sofridas. A vítima relatou um cenário de humilhações e sofrimento extremo, com consequências graves para sua integridade física e emocional.
A ação desta quarta-feira tem como objetivo aprofundar a análise das provas reunidas, esclarecer a participação dos envolvidos e identificar outras possíveis vítimas.
As diligências são realizadas por agentes da 74ª DP (Alcântara) e contam com apoio de diversas unidades do 4º Departamento de Polícia de Área (DPA) e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar nos municípios de Niterói, São Gonçalo e Maricá, na Região Metropolitana.
A investigação teve início em julho, com a prisão de um assessor parlamentar pelo estupro de vulnerável de uma adolescente de 16 anos, em Icaraí, Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Na ocasião, os agentes apreenderam dois notebooks e celulares na casa do suspeito. A análise dos dispositivos eletrônicos e de imagens de câmeras de segurança permitiu avançar na desarticulação do esquema.
O trabalho investigativo desvendou uma grande rede de geração de vídeos de pornografia com adolescentes, em esquema de escravidão sexual, na qual os autores se autodenominavam “senhores”, enquanto as vítimas eram tratadas como “escravas”.
De acordo com os elementos reunidos, os criminosos produziam registros audiovisuais de violência sexual e utilizavam o material para torturar e ameaçar as adolescentes com a divulgação das imagens. O mecanismo de chantagem, associado a agressões físicas e psicológicas, era empregado para manter as vítimas sob controle e submetê-las a novos abusos.
O caso chegou à 74ª DP após a adolescente procurar a unidade, acompanhada dos pais, para denunciar as violências sofridas. A vítima relatou um cenário de humilhações e sofrimento extremo, com consequências graves para sua integridade física e emocional.
A ação desta quarta-feira tem como objetivo aprofundar a análise das provas reunidas, esclarecer a participação dos envolvidos e identificar outras possíveis vítimas.
Polícia identifica mulher que fez saudação nazista na Zona Sul
A Polícia Civil identificou como Érica Marques Pinho, de 46 anos, a mulher filmada fazendo uma saudação nazista ao entrar no Colégio Santo Inácio, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, no último domingo (25), durante o segundo turno das eleições. A eleitora foi até a delegacia no início da tarde para prestar depoimento.
Nas imagens, a mulher aparece com o braço direito estendido para cima enquanto entra no local de votação. Ao ser questionada sobre o gesto, ela responde: "Você é comunista?". O vídeo circula nas redes sociais.
Em nota, o advogado de Érica, Marcello Ramalho, afirma que a sua cliente reagiu a provocação e que não tinha intenção de discriminar ninguém.
"Érica esclareceu na delegacia que respondeu “pior ainda” no calor da discussão, em um contexto que percebeu como de provocações recíprocas, exaltada pelas ofensas sofridas por apoiadores de Lula, quando chegou para votar. Afirma que sua reação se dirigia ao confronto, sem intenção de discriminar Ian (quem filmou a ação), depreciar sua identidade judaica ou ofender sua religião e que respeita profundamente a comunidade judaica, inclusive, pedindo sinceras desculpas pelo ocorrido", explicou.