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PPK deixa Peru na mão

Presidente renuncia para evitar ser deposto do cargo

O presidente peruano Pedro Pablo Kuczynski renunciou ontem, um dia antes de o Congresso votar uma moção para destitui-lo. "Frente a essa difícil situação que se gerou, acho que o melhor para o país é que eu renuncie", disse o político em mensagem à nação pela TV.

Os problemas para o presidente, que também é chamado de PPK, as iniciais do seu nome, começaram em dezembro, quando a construtora Odebrecht revelou ter pago cerca de 5 milhões de dólares por assessorias a empresas ligadas ao presidente, inclusive na é em que ele ainda era ministro. Até então, Kuczynski havia negado qualquer ligação com a empreiteira brasileira.

A Odebrecht também revelou ter pago 20 milhões de dólares ao ex-presidente Alejandro Toledo e feito contribuições de campanha em 2006 e 2011 para os últimos quatro presidentes do Peru, incluindo Kuczynski, e a líder opositora Keiko Fujimori. Todos negam ligação com a empreiteira.

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