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Cuidado com o coração

Campanha pretende reduzir em 50% as mortes por infarto entre brasileiros

O mês de setembro começou, trazendo com ele a cor vermelha. Isso porque o período é marcado pela campanha 'Coração Alerta', da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) e pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). A ação prevê conscientizar a população sobre o infarto agudo do miocárdio e, consequentemente, reduzir a quantidade de casos por ano.

Há alguns fatores de risco que tornam uma pessoa mais propícia ao infarto, como estresse, tabagismo, diabetes, sedentarismo, hipertensão arterial, histórico familiar de problemas coronarianos, alto índice de colesterol, obesidade e ansiedade. Mas, apesar desses fatores, o infarto pode acontecer com qualquer um.

A primeira pista de que uma pessoa pode estar sofrendo um infarto é um grande desconforto, causado por uma dor intensa sentida no centro do peito e irradiada para a mandíbula, pescoço, ombros e braços, principalmente o esquerdo. Além disso, é possível ter uma sensação de desmaio, suor excessivo, náusea e falta de ar. "Quando o corpo 'falar', é sinal de que o coração está em alerta, por isso, procure socorro imediatamente", explica Hélio Castello, cardiologista e diretor da campanha.

Estudo do Ministério da Saúde revelou que os homens vivem em média 7 anos menos que as mulheres. A principal causa de morte no sexo masculino são as doenças cardiovasculares. Eles são mais afetados porque têm hábitos mais prejudiciais à saúde - fumam mais, ingerem mais bebidas alcoólicas e praticam menos exercícios físicos.

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