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Educação deverá chamar mestres

Medida será de acordo com a urgência das escolas

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, suspendeu a obrigação de o Estado do Rio nomear este ano 900 professores aprovados em concurso. Ela atendeu ao pedido feito pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) contra decisão da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), que havia determinado a medida de forma escalonada: em janeiro, maio e setembro. Mas mesmo com o fim dessa exigência, o secretário de Educação, Wagner Victer, não descarta chamar os mestres posteriormente de acordo com a necessidade de escolas.

Além disso, em janeiro, a pasta chamou 300 profissionais do grupo de 900 e os nomes foram publicados no Diário Oficial. De acordo com Victer, essas nomeações serão mantidas: "Quem já foi chamado permanecerá, e já estamos alocando esses profissionais (nas escolas) dentro das nossas necessidades."

Os profissionais já nomeados e com exame médico estão sendo distribuídos em diferentes regiões do estado. Victer acrescentou que se chamar mais educadores será dessa forma: "Nada impede que, no futuro, havendo necessidade, venhamos a mobilizar esses professores já que a validade dos concursos foi prorrogada. Chamaremos de acordo com a demanda que flutua por regiões e ano."

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