No mês do Orgulho LGBTQIA+, a ativista climática Vitória Pinheiro, fundadora da Palmares Lab-Ação e diretora do PerifaConnection, alcança um marco histórico. Ela foi nomeada Ponto Focal Global para Cidades (Global Focal Point for Sustainable Communities) do Major Group for Children and Youth (MGCY), principal mecanismo de participação de crianças e jovens nos processos decisórios da ONU. Com a nomeação, Vitória se torna a primeira mulher trans brasileira a ocupar o cargo.
Nascida e criada na comunidade Zumbi dos Palmares, em Manaus (AM), Vitória construiu sua trajetória atuando junto a populações historicamente marginalizadas. Sua chegada ao posto representa um avanço na ocupação de espaços de poder por lideranças periféricas, amazônidas e LGBTQIA+.
O cargo é considerado a principal posição ocupada por jovens na agenda urbana da ONU e tem como missão mobilizar a juventude mundial para que as soluções sobre o futuro das cidades incluam as perspectivas de quem vive nas fronteiras da crise climática, especialmente no Sul Global.
A nomeação acontece em um momento estratégico: em 2026 será realizado, em Baku, no Azerbaijão, o Fórum Urbano Mundial (WUF13), principal conferência internacional sobre cidades sustentáveis. Vitória terá papel central na articulação da participação juvenil nesse processo.
Antes de assumir a função global, ela atuou como Ponto Focal Regional para a América Latina e Caribe na Constituinte de Crianças e Juventudes para Comunidades Sustentáveis da ONU-Habitat. No Brasil, sua atuação se destaca por meio da Palmares Lab-Ação e do PerifaConnection, conectando justiça climática, comunicação periférica e direitos das juventudes pretas, indígenas, quilombolas e LGBTQIA+.
"Estar em espaços de decisão global como a ONU é uma oportunidade de construir pontes entre os territórios periféricos e os centros de poder. A Amazônia é diversa, e a juventude que nela reside tem muito a ensinar sobre governança, resiliência e tecnologias sociais. Levo comigo Manaus, levo o Zumbi dos Palmares e levo as lideranças que constroem com a gente na Palmares Lab e no PerifaConnection", afirma Vitória.
Em junho, mês que celebra o orgulho e a luta por direitos da população LGBTQIA+, a conquista de Vitória reforça a importância da representatividade em espaços de decisão e mostra que pessoas trans, periféricas e amazônidas não apenas ocupam esses lugares, mas estão construindo novos futuros para o Brasil.
Nascida e criada na comunidade Zumbi dos Palmares, em Manaus (AM), Vitória construiu sua trajetória atuando junto a populações historicamente marginalizadas. Sua chegada ao posto representa um avanço na ocupação de espaços de poder por lideranças periféricas, amazônidas e LGBTQIA+.
O cargo é considerado a principal posição ocupada por jovens na agenda urbana da ONU e tem como missão mobilizar a juventude mundial para que as soluções sobre o futuro das cidades incluam as perspectivas de quem vive nas fronteiras da crise climática, especialmente no Sul Global.
A nomeação acontece em um momento estratégico: em 2026 será realizado, em Baku, no Azerbaijão, o Fórum Urbano Mundial (WUF13), principal conferência internacional sobre cidades sustentáveis. Vitória terá papel central na articulação da participação juvenil nesse processo.
Antes de assumir a função global, ela atuou como Ponto Focal Regional para a América Latina e Caribe na Constituinte de Crianças e Juventudes para Comunidades Sustentáveis da ONU-Habitat. No Brasil, sua atuação se destaca por meio da Palmares Lab-Ação e do PerifaConnection, conectando justiça climática, comunicação periférica e direitos das juventudes pretas, indígenas, quilombolas e LGBTQIA+.
"Estar em espaços de decisão global como a ONU é uma oportunidade de construir pontes entre os territórios periféricos e os centros de poder. A Amazônia é diversa, e a juventude que nela reside tem muito a ensinar sobre governança, resiliência e tecnologias sociais. Levo comigo Manaus, levo o Zumbi dos Palmares e levo as lideranças que constroem com a gente na Palmares Lab e no PerifaConnection", afirma Vitória.
Em junho, mês que celebra o orgulho e a luta por direitos da população LGBTQIA+, a conquista de Vitória reforça a importância da representatividade em espaços de decisão e mostra que pessoas trans, periféricas e amazônidas não apenas ocupam esses lugares, mas estão construindo novos futuros para o Brasil.

