Antonia Fontenelle, de 53 anos, se pronunciou nas redes sociais, após o resultado do primeiro turno das eleições, neste domingo (4). A influenciadora era candidata a deputada federal pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Ela recebeu 3.863 votos, não alcançando o cargo.
Na publicação, Fontenelle lamentou não ter sido eleita e compartilhou a indignação do filho mais novo, Salvatore, de 10 anos. Nas imagens, o garoto, aos prantos, demonstrou revolta com o resultado.
"Eu estou indignado. 3.000 votos? É sério? Isso é falha do sistema. Isso não existe. Para uma mulher que nas últimas eleições teve 31 mil votos, isso está errado. A minha mãe trabalhou duro, saindo todos os dias, acordando cedo, para ganhar voto. Isso é inacreditável". Ele, ainda, afirmou que, caso tenha ocorrido uma "falha do sistema", Antonia iria "acabar com todos, um por um".
No vídeo, a influenciadora também explicou estranhamento com a quantidade de votos recebida nas eleições. "Na eleição passada, resolvi às pressas, em cima da hora, me candidatar, e tive 31 mil votos. Não tive tempo de ir para rua, fiz pouca campanha. Então, gente, é, no mínimo, muito estranho. Estou desde as 3 da tarde recebendo mensagens de pessoas [falando] ‘tô votando em você’. Do Oiapoque ao Chuí, tá? Aquele voto espalhado".
Ela continuou: "Então, gente, é o seguinte: 3 mil votos? Só que não. [Falam] 'Ah, Antonia, é o partido'. Não. 'É porque você faz barraco'. Não, também não. 'Ai, Antonia, é porque você não foi para rua'. Não, também não. 'Ah, Antonia, é porque você é odiada'. Também não, porque fui para a rua e senti o calor do carioca."
Fontanelle desabafou sobre a situação e criticou o cenário político do Rio de Janeiro: "Eu lamento por quem precisava de mim eleita. Para mim, do fundo do meu coração, não muda em nada na minha vida, na logística, no meu bolso. Não muda em nada eu ter entrado ou não na política. Primeiro, que a política do Rio de Janeiro já é um negócio muito estranho", disse.
No vídeo, a influenciadora também explicou estranhamento com a quantidade de votos recebida nas eleições. "Na eleição passada, resolvi às pressas, em cima da hora, me candidatar, e tive 31 mil votos. Não tive tempo de ir para rua, fiz pouca campanha. Então, gente, é, no mínimo, muito estranho. Estou desde as 3 da tarde recebendo mensagens de pessoas [falando] ‘tô votando em você’. Do Oiapoque ao Chuí, tá? Aquele voto espalhado".
Ela continuou: "Então, gente, é o seguinte: 3 mil votos? Só que não. [Falam] 'Ah, Antonia, é o partido'. Não. 'É porque você faz barraco'. Não, também não. 'Ai, Antonia, é porque você não foi para rua'. Não, também não. 'Ah, Antonia, é porque você é odiada'. Também não, porque fui para a rua e senti o calor do carioca."
Fontanelle desabafou sobre a situação e criticou o cenário político do Rio de Janeiro: "Eu lamento por quem precisava de mim eleita. Para mim, do fundo do meu coração, não muda em nada na minha vida, na logística, no meu bolso. Não muda em nada eu ter entrado ou não na política. Primeiro, que a política do Rio de Janeiro já é um negócio muito estranho", disse.
"Funciona assim: você pode fazer campanha, as pessoas podem gostar de você, mas, no final, vence quem traz a mala preta de dinheiro. E se vierem me falar ‘você está blefando, devaneando’, eu venho com nome e sobrenome. Me comportei muito direitinho enquanto candidata, para depois minha estrategista de campanha não falar ‘a culpa é sua que você perdeu’, como fizeram no passado", seguiu.
"Para dizer para vocês, o sistema é bruto, é máquina de moer gente. Não comprei voto, não fiz nada de errado. Fui para rua e apresentei meus projetos, coisa que muitos que foram eleitos não têm. É Brasil e, pior, é Rio de Janeiro", disse a candidata.
Ela destacou, ainda, que irá rever planos para as próximas eleições. "Amanhã já estou revendo minha rota. Vou fazer o que sei fazer de melhor e que não dependo de urna, de aprovação. Sou guerreira, sou valente. Acho que quem precisava de mim vai ter que esperar mais um pouco. Por outro lado, ou tem algo muito errado com esses números ou realmente quem precisava de mim, se vendeu. Não sei. Vai saber. Que está esquisito, está. 3 mil votos é demais”, completou.
"Para dizer para vocês, o sistema é bruto, é máquina de moer gente. Não comprei voto, não fiz nada de errado. Fui para rua e apresentei meus projetos, coisa que muitos que foram eleitos não têm. É Brasil e, pior, é Rio de Janeiro", disse a candidata.
Ela destacou, ainda, que irá rever planos para as próximas eleições. "Amanhã já estou revendo minha rota. Vou fazer o que sei fazer de melhor e que não dependo de urna, de aprovação. Sou guerreira, sou valente. Acho que quem precisava de mim vai ter que esperar mais um pouco. Por outro lado, ou tem algo muito errado com esses números ou realmente quem precisava de mim, se vendeu. Não sei. Vai saber. Que está esquisito, está. 3 mil votos é demais”, completou.
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*Reportagem da estagiária Isabela Bitencourt, sob supervisão de Leticia Pessoa

