Amanda Kimberlly usou as redes sociais nesta quinta-feira (8) para revelar que registrou um Boletim de Ocorrência após ataques direcionados à filha, Helena, fruto do breve envolvimento com Neymar Jr. A influenciadora contou que as mensagens de ódio foram publicadas por perfis no x, antigo Twitter.
"Há dois dias venho recebendo mensagens de seguidores a respeito de três contas no X que vêm direcionando ataques à minha filha. O primeiro passo já foi dado: registramos um Boletim de Ocorrência e, na sequência, foi feito um pedido formal à plataforma para a preservação e o fornecimento dos dados necessários à identificação dos responsáveis, ainda que essas contas venham a ser removidas", afirmou.
A influenciadora ressaltou que os autores dos ataques - ou seus responsáveis legais em caso dos menores de idade - serão responsabilizados legalmente. "Como mãe, é difícil colocar em palavras a tristeza e a indignação de ler determinadas coisas sendo escritas sobre minha filha, especialmente quando partem de pessoas que sequer fazem parte da nossa realidade. E, inevitavelmente, também me faz pensar sobre o ambiente e os valores que podem levar alguém a alimentar tamanho ódio e direcioná-lo a uma criança".
Ela não comentou os ataques nos últimos meses, mas já estava reunindo provas. "Percebemos que, quanto mais atenção damos a determinados perfis, mais eles se sentem importantes, alimentando justamente o comportamento que pretendemos combater. Por isso, decidimos agir de maneira consciente e responsável: estamos preservando provas, reunindo informações e tomando as medidas cabíveis, sem transformar cada novo ataque em espetáculo", disse.
Amanda reforçou que seu único compromisso é zelar pela segurança de Helena. "Tenho interesse em proteger minha filha e fazer com que aqueles que ultrapassarem os limites da liberdade de expressão respondam por seus atos na esfera adequada. No momento certo, cada situação será tratada de acordo com a lei e com a responsabilidade que lhe cabe. Como mãe, esse é o meu papel: proteger, agir e não permitir que a internet seja tratada como um território sem consequências", finalizou.

