O jornalista Thiago Contreira deixou, nesta sexta-feira (20), o cargo de diretor de jornalismo da Record, encerrando uma trajetória de 23 anos na emissora. Embora o comunicado oficial aponte que a decisão ocorreu em comum acordo, nos bastidores o desligamento foi tratado como demissão, em meio a um cenário de desgaste interno.
Além de comandar o jornalismo da casa, Contreira também estava à frente do Domingo Espetacular, função que acumulava nos últimos anos. Ao longo de sua carreira na emissora, ele passou por diferentes posições estratégicas e se firmou como um dos principais executivos da área.
Nos últimos meses, no entanto, sua gestão vinha sendo alvo de críticas frequentes dentro da empresa. Profissionais apontavam um estilo de liderança considerado rígido e centralizador, o que teria provocado insatisfação entre equipes. Segundo relatos internos, o setor de recursos humanos chegou a receber queixas formais sobre sua conduta, descrita por alguns funcionários de forma negativa.
O ambiente nos bastidores também era marcado por disputas internas e divergências com outros integrantes da cúpula do jornalismo. Esse cenário de tensão contribuiu para o enfraquecimento de sua permanência no cargo.
Entre os episódios mais sensíveis mencionados por funcionários, estão discussões intensas e momentos de forte pressão no ambiente de trabalho. Um dos relatos cita, inclusive, um confronto físico durante um desentendimento, o que ampliou a pressão interna pela saída do diretor.
Com o desligamento, a Record já avalia mudanças na estrutura do jornalismo. A emissora deve promover uma reorganização no setor, enquanto nomes ligados à atual gestão passam a ser cotados para assumir posições de liderança.
Procurado, Contreira afirmou que a decisão vinha sendo construída ao longo do tempo e ressaltou que deixa a empresa com sentimento de gratidão pela trajetória. Até o momento, a Record não informou quem assumirá oficialmente o comando do jornalismo.
Além de comandar o jornalismo da casa, Contreira também estava à frente do Domingo Espetacular, função que acumulava nos últimos anos. Ao longo de sua carreira na emissora, ele passou por diferentes posições estratégicas e se firmou como um dos principais executivos da área.
Nos últimos meses, no entanto, sua gestão vinha sendo alvo de críticas frequentes dentro da empresa. Profissionais apontavam um estilo de liderança considerado rígido e centralizador, o que teria provocado insatisfação entre equipes. Segundo relatos internos, o setor de recursos humanos chegou a receber queixas formais sobre sua conduta, descrita por alguns funcionários de forma negativa.
O ambiente nos bastidores também era marcado por disputas internas e divergências com outros integrantes da cúpula do jornalismo. Esse cenário de tensão contribuiu para o enfraquecimento de sua permanência no cargo.
Entre os episódios mais sensíveis mencionados por funcionários, estão discussões intensas e momentos de forte pressão no ambiente de trabalho. Um dos relatos cita, inclusive, um confronto físico durante um desentendimento, o que ampliou a pressão interna pela saída do diretor.
Com o desligamento, a Record já avalia mudanças na estrutura do jornalismo. A emissora deve promover uma reorganização no setor, enquanto nomes ligados à atual gestão passam a ser cotados para assumir posições de liderança.
Procurado, Contreira afirmou que a decisão vinha sendo construída ao longo do tempo e ressaltou que deixa a empresa com sentimento de gratidão pela trajetória. Até o momento, a Record não informou quem assumirá oficialmente o comando do jornalismo.

