O estádio Vitorino Gonçalves Dias será o palco de um confronto dramático na noite desta terça-feira (20), a partir das 19h30, encerrando oficialmente as emoções da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.
A partida coloca frente a frente duas equipes que entram em campo pressionadas pela necessidade urgente de vitória para continuarem respirando em seus respectivos objetivos na reta final da competição.
O Londrina vive uma situação delicadíssima na tabela de classificação. Ocupando a 18ª colocação com 29 pontos somados, o time paranaense precisa de um verdadeiro milagre esportivo para evitar a queda, precisando somar pontos e secar os rivais diretos contra o rebaixamento.
A equipe tenta se reabilitar de um jejum incômodo de cinco rodadas sem vencer - período que acumulou quatro derrotas e um empate recente por 2 a 2 contra o Athletic-MG.
Sob o comando interino de Hugo Chacon, o time alviceleste terá o retorno do meia Guilherme Portuga, embora siga sem poder contar com Arthur, Nino Paraíba e Lucas Marques, entregues ao departamento médico.
Do outro lado, o Cuiabá também busca reencontrar o caminho das vitórias após tropeços recentes que dificultaram a caminhada rumo ao topo, como o empate sem gols com o Vila Nova e o revés por 1 a 0 para o Avaí.
Com 47 pontos na tabela, o time do centro-oeste aparece na perseguição ao G-6, tendo uma diferença de sete pontos em relação ao Atlético-GO, primeiro clube dentro da zona de classificação para os playoffs de acesso. Para o duelo no Paraná, o técnico Eduardo Barros precisará lidar com as baixas dos atletas Pepê, Ramon e Fábio Gomes, que deixaram o clube durante a semana.
Em contrapartida, a equipe mato-grossense não possui desfalques por suspensão e deve ir a campo com força máxima disponível para tentar somar pontos cruciais fora de casa. Apesar das dificuldades e da recente oscilação, a comissão técnica mantém o discurso de luta até o esgotamento das chances matemáticas de alcançar o grupo de elite.
"Nós vamos trabalhar com dedicação máxima e exclusiva ao Londrina. É isso que o torcedor precisa saber: que não jogue a toalha, porque, enquanto tiver possibilidade matemática, a gente tem que sonhar", destacou o treinador.

