Rio - O Botafogo associativo fez um movimento que pode ajudar a destravar a venda da SAF. O clube acionou uma cláusula para ser o acionista majoritário. O Glorioso acionou o bônus de subscrição, aponta que se tornou detentor de 51% das ações e reduz a participação da Eagle para 49%.
O clube acusa John Textor, que era o acionista majoritário da SAF do Botafogo, de ter feito uma simulação de uma das parcelas aporte de R$ 100 milhões que estava previsto em acordo.
A informação foi divulgada primeiro pelo 'Uol'. Ao site, o americano se posicionou: "Recebo essas informações com surpresa, mas também com absoluta tranquilidade. Sempre conduzi meus investimentos no Botafogo com responsabilidade, transparência e dentro da legalidade. Movimentações de saída de recursos estão sendo apresentadas de forma isolada, sem considerar as entradas significativas de caixa que ocorreram poucas semanas depois e que mais do que compensaram esses valores. A analise parcial dessas operações inevitavelmente produz uma narrativa distorcida da realidade".
A diretoria do associativo já notificou a Cork Gully, empresa que se tornou a administradora da Eagle Bidco no fim de março.
A Cork Gully, então, é com quem a GDA, de Gabriel de Alba, vinha em negociações para adquirir ações da SAF do Alvinegro. No entanto, por causa de entraves recentes, o associativo buscou uma nova estratégia.

