Justiça quebra sigilo bancário de empresa pivô de crise no Corinthians

Justiça quebra sigilo bancário de empresa pivô de crise no Corinthians
Justiça quebra sigilo bancário de empresa pivô de crise no Corinthians -

A Justiça de São Paulo ordenou nesta terça-feira (23) a quebra do sigilo bancário da Neoway Soluções Integradas. A Polícia Civil aponta a empresa como sendo de fachada, o que provocou uma crise no Corinthians.

Com essa medida, a Justiça dá mais um passo importante nas investigações que ocorrem há dois meses. Além de quebrar o sigilo, as autoridades também autorizaram o sequestro e bloqueio de ativos financeiros mantidos nas contas da empresa.

Todavia, a Justiça quebrou o sigilo bancário de Edna Oliveira dos Santos, uma mulher que vive em um bairro humilde de Peruíbe, no litoral paulista. Edna teve seu nome vinculado ao caso porque, supostamente, a usaram como laranja para abrir a Neoway. Ela, no entanto, afirma desconhecer a empresa e não ter nenhuma relação com as partes envolvidas.

Entenda o caso no Corinthians

A empresa Neoway recebeu dois repasses de dinheiro, que totalizaram R$ 900 mil, da Rede Social Media Design. Essa empresa constou em contrato como intermediária do patrocínio da casa de apostas VaideBet ao Corinthians. Devido à confusão envolvendo o clube paulista, a patrocinadora decidiu romper o contrato, que iria até 2026.

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Contudo, no início deste ano, o presidente Augusto Mello anunciou a parceria e afirmou que o valor seria de R$ 36 milhões anuais. Todo esse imbróglio levou diversos membros da diretoria do Parque São Jorge a deixarem o clube, além de provocar protestos da torcida contra o atual mandatário.

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