A próxima edição do Big Brother Brasil terá um personagem que dispensa apresentações para quem acompanhou o futebol brasileiro nos anos 1990 e 2000. A reportagem do Jogada 10 apurou e confirmou que Edílson Capetinha estará no elenco do BBB 26, que estreia no dia 12 de janeiro. O reality vai ao ar na Globo após a novela das 21h (de Brasília).
O nome de Edílson, até aqui, circulava apenas como rumor nos bastidores do reality. Embora a emissora ainda não tenha divulgado a lista completa de participantes, a reportagem apurou que Edílson estará no time do Camarote — composto por nomes já conhecidos do público.
A escolha reforça o perfil de um personagem que sempre transitou bem entre o talento esportivo e a exposição pública. Dentro de campo, Edílson construiu uma carreira marcada pelo estilo provocador, pela personalidade forte e por atuações decisivas.
Revelado pelo Guarani, rodou por clubes de peso do futebol brasileiro, como Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Cruzeiro e São Paulo. Ele inclusive deixou sua marca por onde passou.
Campo e extracampo de Edílson Capetinha
O ponto mais alto da trajetória veio no fim dos anos 1990, com protagonismo no Corinthians. Pelo clube, participou das conquistas do Campeonato Brasileiro de 1998 e 1999 e do Mundial de Clubes de 2000, títulos que o colocaram definitivamente no centro do futebol nacional.
Em 2002, Edílson entrou para a história ao integrar o elenco da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo.
Depois da aposentadoria, o ex-atacante manteve o nome em evidência na mídia. Atuou como comentarista nos programas Donos da Bola e Jogo Aberto, da Band, e também participou do Dança dos Famosos, em 2013. Mas a trajetória pós-futebol também ficou marcada por instabilidade.
O ex-jogador enfrenta disputas judiciais e dificuldades financeiras no pós-aposentadoria. As informações mais recentes, reveladas em agosto de 2025 pela jornalista Fábia Oliveira, apontam que ele segue envolvido em um imbróglio judicial de grandes proporções, relacionado ao não pagamento de pensão alimentícia.
O processo se arrasta há anos e teve novos desdobramentos no ano passado, quando a Justiça determinou a penhora de veículos registrados em nome do ex-atleta, incluindo uma Dodge e uma Mercedes-Benz. Isso além da possibilidade de bloqueio de imóveis.
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