A abertura da Kings League Nations, no último sábado (03/1), reservou uma grande surpresa na competição. Em um duelo decidido nos instantes finais, a Arábia Saudita buscou uma virada impressionante sobre o México e venceu por 4 a 3, em resultado que chamou atenção não apenas pelo placar, mas também pelo comando à beira da quadra. Afinal, o brasileiro Felipe Góes, conhecido como “Pantera”. é o comandante dos Sauditas.
Figura já conhecida no cenário do futebol 7, Felipe construiu trajetória sólida na modalidade antes de assumir a Arábia Saudita. Mais recentemente, passou a integrar a Kings League como treinador do Desimpedidos, ampliando ainda mais seu currículo no formato.
À frente da seleção saudita, o técnico avalia o início do trabalho de forma bastante positiva. Mesmo lidando com a adaptação cultural e a barreira do idioma, Pantera afirma já ter criado forte vínculo com o elenco. Além disso, conta com o suporte do auxiliar técnico para facilitar a comunicação no dia a dia.
“Eles já viraram minha segunda família, depois da família brasileira. Em termos de futebol, acho que o jogador brasileiro joga com mais alegria. Mas o jogador árabe, ele é muito aplicado tecnicamente falando, eles são jogadores obedientes. O jeito que a gente organiza o time, eles fazem do jeito que tem que ser feito, eles escutam muito a nós ali e a comissão joga junto com eles “, destacou.
Apesar de o triunfo sobre o México ter sido tratado como surpresa por parte do público, Felipe garante que o desempenho da equipe não foi fruto do acaso. Segundo ele, a preparação teve foco em explorar as falhas do adversário, estratégia que acabou sendo decisiva para a virada no fim da partida.
Final da Kings League Nations contra o Brasil?
Vivendo o ambiente de Copa do Mundo em solo brasileiro, o treinador não esconde a ambição de ir longe no torneio. Contudo, não descarta sonhar com um confronto decisivo contra a atual campeã.
“Nós não viemos também para passear, a gente veio para brigar, para chegar e para fazer história, colocar o nome desses árabes na história da Kings League também. Se Deus abençoar e quiser, quem sabe não dá Arábia e Brasil na final”, projetou.
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