Abel espera que goleada “abra os olhos” de todos no Palmeiras

Abel espera que goleada “abra os olhos” de todos no Palmeiras
Abel espera que goleada “abra os olhos” de todos no Palmeiras -

O Palmeiras perdeu a sua invecibilidade na temporada e sofreu seus primeiros gols em 2026. Na noite desta terça-feira (20), o Novorizontino goleou o Verdão por 4 a 0, no pior resultado do clube desde a chegada de Abel Ferreira.

O português não escondeu os motivos que causaram o resultado. Na visão do treinador, o time não entrou motivado e competitivo para encarar o Tigre. Com isso, a goleada aconteceu de forma que não é normal com a equipe alviverde.

“Não fomos competitivos. Espero que possamos errar tudo neste tipo de jogos. Nós sabemos da responsabilidade que é representar o Palmeiras, mas é um golpe duro. Quando não somos competitivos e nem nos mobilizamos mentalmente para os jogos, esses resultados podem acontecer. Basta olhar a forma como sofremos os gols quatro gols. Se for analisar, não é normal na nossa equipe. Não é normal porque não fomos competitivos. É uma derrota pesada, mas será uma derrota maior se não aprendemos com o que aconteceu aqui hoje”, destacou.

Apesar do golpe duro sofrido no interior paulista, o treinador acredita que a goleada não influenciará na performance contra o São Paulo, no próximo sábado (24). Abel recordou que o cenário era o oposto antes da partida, afinal, a equipe vinha de três vitórias seguidas.

“Sabemos que o futebol é volátil. Estava tudo bem porque haviamos vencido três jogos seguidos. Mas já disse, é um momento para colocar todo mundo para jogar, para avaliarmos o momento de cada jogador. Cada jogo é uma história diferente, esse teve sua história. É um golpe duro, resta trabalhar e nos preparar para o próximo jogo”, pontuou.

Riscos do planejamento

Outro ponto que Abel Ferreira não pretende abrir mão é de utilizar jovens jogadores neste momento da temporada. O treinador disse que sabe o que está fazendo e que, por conta dos desfalques, acredita que deve testar os atletas agora ao invés de partidas mais complicadas.

“A responsabilidade de representar o Palmeiras é enorme. E sabemos o risco que é apostar na base. Sabemos que não é um problema e sim uma solução. Sei o que estou a fazer. Sabemos que em razão dos lesionados o meio de campo não tem outra forma a não ser dar oportunidade ao Larson, Pacheco, que está muito bem. Na defesa também, já usamos o Arthur. No ano anterior perdemos muitos jogadores e é agora que temos que ver, não em jogos importantes. É um golpe duro, talvez minha maior derrota até aqui. Que seja um abre olhos para todos”, ressaltou.

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