O Vasco terá um segundo período sem jogos entre as competições que já iniciou a disputa, mas em um cenário diferente. Na segunda ocasião, no início de março, ocorreu após a eliminação na semifinal do Carioca. Portanto, dessa vez, o Cruz-Maltino terá dez dias até o seu próximo compromisso para realizar os ajustes necessários em sua equipe. O intervalo de dez dias sem partidas também será importante para tentar alcançar um desfecho positivo em negociação pelo seu novo treinador.
Assim, antes do duelo contra o Palmeiras, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, no dia 12 de março, o Gigante da Colina priorizará solucionar as pendências que tem no mercado. Ou seja, decidir quem será o seu novo comandante. Especialmente porque há uma cobrança interna depois de não ter êxito em cumprir o primeiro prazo de definição do seu novo técnico, que era até o último domingo (01/03).
Deste modo, no entendimento do Vasco, houve perda de tempo após insistir nas tratativas com Artur Jorge e ter insucesso nas conversas. Até porque a preferência do português foi pela permanência no Catar. Portanto, o Gigante da Colina tinha estabelecido Renato Gaúcho como sua preferência. Assim, houve uma progressão nas negociações, mas o profissional recusou a primeira proposta, nesta segunda-feira (02/03).
Deste modo, a tendência é de que o clube de São Januário recalcule a rota para não desperdiçar mais tempo sem uma nova comissão técnica. Portanto, o Cruz-Maltino deve passar a estudar e considerar outras opções de profissionais a partir desse momento.
Vasco terá cenário favorável para correções
A primeira oportunidade sem jogos já com a temporada em andamento ocorreu na segunda parte de fevereiro. Mais especificamente depois da classificação para as semifinais do Estadual e ainda sem a definição pela Ferj das datas dos jogos contra o Fluminense. Na ocasião, também houve uma pausa entre as primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro e o Vasco teve oito dias de apenas treinamentos.
As semelhanças entre os dois períodos antes ainda sob o comando de Fernando Diniz e possivelmente com o novo comandante será a necessidade de realizar os mesmos ajustes. No caso, em aspectos físicos, táticos, técnicos e confiança de pilares da equipe e de outras peças do elenco que também vivem fases negativas.
Inclusive, o prosseguimento da adaptação dos reforços da primeira janela. Alguns exemplos são o lateral-direito Paulo Henrique e o ponta-esquerda Nuno Moreira, considerados titulares absolutos por um período. Assim, a dupla iniciou o jogo decisivo contra o Fluminense pelas semifinais como alternativas no banco pela má fase técnica que vivem. Outras fragilidades recorrentes que permaneceram do trabalho anterior foram a bola aérea defensiva e a ineficiência ofensiva para converter as oportunidades.
Siga nosso conteúdo nas redes sociais: Bluesky, Threads, Twitter, Instagram e Facebook.

