A Bélgica mostrou por que ainda é uma das forças do futebol mundial ao golear os Estados Unidos por 5 a 2, na noite deste sábado (28) no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, Georgia. Em um amistoso que começou equilibrado, os Diabos Vermelhos impuseram um ritmo avassalador na etapa complementar para construir o placar elástico. O destaque da partida foi Dodi Lukébakio, que saiu do banco para marcar duas vezes, enquanto os americanos sofreram com falhas defensivas e a eficiência do ataque belga liderado por Kevin De Bruyne e De Ketelaere.
O jogo
O primeiro tempo deu a falsa impressão de um duelo parelho. Weston McKennie abriu o placar para os EUA aos 40 minutos, aproveitando assistência de Antonee Robinson após escanteio. No entanto, a vantagem durou pouco: aos 45, Zeno Debast soltou uma bomba de fora da área para empatar. Na volta do intervalo, a Bélgica tomou as rédeas de vez. Amadou Onana virou o jogo aos 54 minutos, e logo em seguida, após revisão do VAR, Charles De Ketelaere converteu um pênalti cometido por Tim Ream, ampliando para 3 a 1.
O técnico belga promoveu mudanças em atacado aos 61 minutos, e as substituições surtiram efeito imediato. Dodi Lukébakio, em noite inspirada, marcou aos 68 e aos 84 minutos, transformando a vitória em goleada. Os Estados Unidos ainda descontaram aos 90 com Patrick Agyemang, após passe de Ricardo Pepi, mas a reação foi tardia e insuficiente para apagar a superioridade europeia. Inegavelmente, o time de Domenico Tedesco deu uma aula de transição rápida e finalização.
Domínio tático e eficiência nas substituições
A diferença técnica ficou nítida na profundidade do elenco. Enquanto os Estados Unidos buscaram o empate com a entrada de nomes como Giovanni Reyna e Pepi, a Bélgica respondeu com a entrada de peças como Axel Witsel e Youri Tielemans, que controlaram o meio-campo. Jérémy Doku também foi peça fundamental, infernizando a lateral americana com arrancadas e passes em profundidade que deixaram a defesa dos donos da casa exposta durante todo o segundo tempo.
Dessa forma, a Bélgica encerra este compromisso com a confiança em alta para os desafios oficiais. Para os Estados Unidos, o revés serve como um alerta sobre a fragilidade defensiva contra seleções do primeiro escalão mundial.
Siga nosso conteúdo nas redes sociais: Bluesky, Threads, Twitter, Instagram e Facebook.

