A imprensa internacional repercutiu a morte de Oscar Schmidt, maior jogador brasileiro de basquete de todos os tempos, aos 68 anos, nesta sexta-feira (17/4). Apesar de não ter atuado na NBA, principal liga do mundo, o Mão Santa emprestou seu talento a times na Espanha e Itália.
No país espanhol, defendeu o Fórum Valladolid. Assim, o “Diário Ás” foi um dos primeiros a noticiar o falecimento do eterno ídolo. Não muito longe dali, na Itália, a “Gazzetta dello Sport” também dedicou uma área de destaque em seu site para repercutir o adeus do craque, que elevou o status do Juvecaserta. A “ESPN” dos Estados Unidos foi outra a noticiar seu falecimento, exaltando que o ex-atleta jamais atuou na NBA e sua adoração no Brasil.
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Confira trechos das matérias dos sites citados
Diário Ás (Espanha) – “Falece Oscar Schmidt”
“Para Oscar Schmidt, o basquete era uma força motriz vital. Ele marcava tantos pontos porque gostava do esporte e era tão competitivo porque detestava perder. Ele queria ser o melhor jogador possível (“ninguém nunca viu ninguém treinar como eu ou ser tão obstinado”), acima de todos os recordes. Talvez seja por isso que ele estava a poucos pontos de alcançar a marca de 50.000 pontos na carreira quando se aposentou aos 45 anos, e isso não o incomodava.”
Gazzetta dello Sport (Itália) – “Adeus a Oscar, lenda do basquete. A Mão Santa, que fez de Caserta um grande time, morreu aos 68 anos”
“Em 1982, foi o lendário gerente geral do Juventus Caserta, Giancarlo Sarti, quem o trouxe para a Itália, após uma recomendação de Boscia Tanjevic. Foi uma ideia brilhante, porque em nosso campeonato, Oscar se tornou um deus, imparável. Tudo o que ele precisava fazer era levantar os braços e, com aquele arremesso rápido, a bola ia parar no fundo da rede. Em 11 temporadas entre Caserta e Pavia, ele marcou 13.957 pontos: nenhum estrangeiro fez melhor, apenas Antonello Riva — na lista de todos os tempos — está à sua frente (mas ele jogou mais partidas).”
ESPN (EUA) – “Oscar Schmidt, membro do Hall da Fama do Basquete, do Brasil, morre aos 68 anos”
“Schmidt nunca jogou na NBA, mas é adorado no Brasil por ter se dedicado à seleção nacional por 19 anos e se tornado um dos maiores cestinhas da história do basquete. Ele também foi peça fundamental na histórica vitória contra os Estados Unidos na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987.”
Perfil dos Jogos Olímpicos também lamenta morte de Oscar Schmidt
É com imensa tristeza que nos despedimos de Oscar Schmidt. Lenda do basquete mundial e um dos maiores ídolos do esporte brasileiro, Oscar é o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos anotados em cinco edições, e recordista de pontos na mesma única partida… pic.twitter.com/UBzn7joll5
— Jogos Olímpicos (@JogosOlimpicos) April 17, 2026
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