Lenda do basquete, Oscar Schmidt, que morreu nesta sexta-feira (17/4), trocou de time no decorrer de sua vida, ou seja, “virou casaca”. Ele foi torcedor do Santos até os 38 anos, mas quando jogou pelo Corinthians passou a torcer pelo Timão. Em quadra, ele, entretanto, começou a jogar pelo Palmeiras e fechou a carreira no Flamengo.
Oscar se apaixonou pelo Santos por conta de Pelé. Além do Peixe, o ícone do basque tinha admiração pelo Fluminense. Era o Tricolor das Laranjeiras o favorito do garoto em um dos passatempos preferidos da infância: o futebol de botão.
Dentro de quadra, Oscar iniciou a carreira no Palmeiras, rival do Santos. No Alviverde, ficou de 1975 até 1978 e ainda conquistou um título sobre o Flamengo, em 1977. Contudo, a história mudou quando ele passou a jogar pelo Corinthias, onde atuou de 1995 e 1997 e foi o grande destaque do título brasileiro de 1996. O ala foi cestinha, MVP da competição e ganhou idolatria eterna no clube e depois virou à casaca trocando o Palmeiras pelo Corinthians após título brasileiro.
“Foi o Campeonato Brasileiro que me fez virar a casaca. Torcida pelo Santos e virei a casaca”, disse, em entrevista ao ge.globo.
Por conta disso, ele foi o primeiro atleta sem relação com o futebol a ser homenageado na calçada da fama do clube. Por fim, Oscar vestiu a camisa do Flamengo, na reta final da carreira edividiu a quadra com o filho Felipe. Em 2002, ele tinha 44 anos e quis ficar em quadra até pelo menos jogar com seu filho mais velho, que na época estava com 16 anos.
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