Com elenco robusto, o Flamengo se dá ao luxo de escolher o momento certo para poupar jogadores. Nem todas as posições contam com a mesma dinâmica, mas há uma em especial que chama a atenção: a lateral-direita. Afinal, das 11 partidas realizadas até aqui sob o comando de Leonardo Jardim, o Rubro-Negro ainda não repetiu o titular em duas partidas seguidas.
Desde que Jardim assumiu, no começo de março, Guillermo Varela e Emerson Royal revezam no setor, com cada jogador começando como titular de maneira alternada. O português, então, explicou as diferenças entre tais opções.
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“O Varela é extremamente importante. Além da capacidade de profundidade, ele é capaz de associar num espaço mais curto. O Royal tem movimento agudo muito mais forte, melhor jogo aéreo. O Varela é mais técnico, mais de associação. É um dos grandes jogadores que temos. Mas não abdico de ter duas soluções, como temos também do lado esquerdo”, analisou na coletiva de imprensa após a vitória por 2 a 0 sobre o Bahia.
A importância do descanso
Jardim, então, citou a importância do descanso entre um jogo e outro que para os jogadores possam atuar melhor fisicamente. Assim, deu exemplo de Varela, que correu cerca de 11 km durante o triunfo sobre o Bahia após ser reserva no meio de semana contra o Medellín (COL), pela Libertadores.
“Quero rotatividade com qualidade. O Varela hoje (domingo) fez 11 km, mas se ele jogasse jogos seguidos não ia fazer isso. Os jogadores percebem isso. É preciso frescura para a forma que queremos jogar. Mais fresco, o jogador consegue cumprir a tarefa”, afirmou.
Varela, de 33 anos, tem 14 partidas pelo Flamengo na temporada, sendo dez como titular. Ao todo, anotou duas assistências em 2026. Emerson Royal, de 27, atuou 13 vezes, sendo titular em todas estas ocasiões. Até o momento, consolidou três assistências no ano.
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