“Zico, o Samurai de Quintino” transformou a trajetória do maior ídolo da história do Flamengo em fenômeno de público nos cinemas. Lançado em 511 salas na última quinta-feira (30), o documentário já soma 36 mil espectadores e ocupa o posto de documentário brasileiro mais assistido de 2026 até agora, segundo dados do portal Filme B.
Dirigido por João Wainer e distribuído pela Downtown Filmes, o filme apresenta a trajetória de Zico por um olhar mais íntimo. O roteiro se constrói além dos gols e dos títulos, mas passa também momentos históricos da trajetória profissional e pessoal do maior ídolo da história do Flamengo.
O documentário abre ao público, pela primeira vez, o acervo pessoal do eterno dono da camisa 10 da Gávea. As imagens reúnem registros inéditos em Super 8, objetos históricos, bastidores e momentos revisitados pela própria família do ídolo, incluindo Sandra, esposa do Galinho há mais de cinco décadas.
A narrativa parte desse “museu pessoal” para mostrar episódios pouco conhecidos da carreira e cenas do cotidiano do ídolo rubro-negro. Além do material inédito, a produção reúne depoimentos de nomes ligados à história do futebol brasileiro, como Júnior, Carlos Alberto Parreira e Ronaldo.
Filme de Zico vira sucesso antes de estreia
Antes da estreia nacional, o filme já havia mobilizado organizadas e torcedores convidados em uma sessão especial no Cinemark Downtown, na Barra da Tijuca. A repercussão da exibição ganhou espaço no Jornal Hoje e no “Mais Você”, programa em que Ana Maria Braga recebeu o Galinho para falar sobre a obra e a festa da torcida rubro-negra.
Essa mobilização, aliás, também virou parte da repercussão do lançamento. Durante a primeira semana de exibição nos cinemas, torcedores que comparecerem às sessões com a camisa do clube garantem direito à meia-entrada em redes participantes.
As gravações da obra começaram no ano em que o ídolo completou 70 anos, em 2023. Nesse período, a equipe passou por locais marcantes da trajetória do ex-jogador, entre eles Quintino, no Rio de Janeiro. O Japão também virou palco, visto que o Galinho ajudou no desenvolvimento do futebol local.
Produzido pela Vudoo Filmes e pela Guará Entretenimento, o documentário conta com coprodução da Globo Filmes e do SporTV.
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