Zubeldía explica mudança de batedor de pênalti e reconhece falhas

Zubeldía explica mudança de batedor de pênalti e reconhece falhas
Zubeldía explica mudança de batedor de pênalti e reconhece falhas -

O Fluminense se classificou às oitavas da Copa do Brasil, mas levou susto do Operário-PR no fim e acabou que a torcida vaiou o time. O principal questionamento foi a mudança da cobrança de batedor de pênalti na segunda etapa. No primeiro tempo, Savarino converteu e abriu o placar. Na segunda etapa, o John Kennedy foi o responsável pela penalidade, mas coloca a bola no travessão.

“Sempre temos dois batedores. Colocamos um encarregado pelo pênalti, no caso é o Savarino e um segundo, que é o John Kennedy. Como tivemos dois pênaltis, por uma situação que o Savarino não queria voltar a bater. Tem treinador que tem um batedor, eu tenho dois. Está programado. Poderíamos fazer o terceiro. Terminamos sofrendo, tivemos chances. No final passamos, o que era a propriedade. Uma partida em que fizemos 70, 80 minutos muito bons, que poderíamos fazer três a zero. Mas terminamos sofrendo. É um momento do semestre que quando se ganha se sofre. Ainda assim, cumprimos o objetivo de passar. Poderíamos golear, ficamos a um gol disso, mas terminamos sofrendo. Sobre o pênalti, o primeiro batedor é o Savarino, o segundo, o John. Eu gosto de ter o centroavante como batedor”, destacou.

Gol sofrido e falhas no fim

Nos minutos finais, o Fluminense levou um susto com gol do Operário, aos 38 minutos. Em caso de empate, a partida iria para os pênaltis. No gol, Jemmes não cortou, e Felipe Augusto anotou. Na coletiva, Zubeldía afirmou que não conversou com o zagueiro depois do jogo e reconhece que precisa melhorar.

Alguns gols são evitáveis. A verdade é que eu não conversei com o Jemmes sobre o que aconteceu naquele cruzamento, quando parecia que ele tinha a bola controlada para afastar. Não sei o que ele pensou naquele lance.

“Mas é verdade que, estatisticamente, sofremos gols. Às vezes não por domínio do adversário, mas por situações pontuais. Estamos vivendo esse momento e sinceramente não saberia te dizer exatamente por quê. Pode ser um pouco de insegurança, porque não vínhamos vencendo, pode ser o momento da temporada. Existem momentos em que o time tem segurança, ou em que as coisas acontecem a favor, você tem sorte e não sofre gols. Mas, evidentemente, é algo que precisamos melhorar. Precisamos melhorar porque é uma pena. Eu acredito que temos condições para evoluir nisso”, ressaltou.

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Sufoco: “Quando ficamos à frente do marcador, o time sempre buscou, criou situações de gol e mostrou um jogo muito bom em alguns momentos. Perdemos às vezes a bola fácil por querer acelerar o jogo e criar chances de gol. Nessa ânsia por fazer gol, tivemos mais pressa que o normal. A equipe foi vertical. O segundo gol foi um golaço. O primeiro veio de uma pressão. Quando tivemos para matar, aconteceu esses acidentes que acontecem nos pênaltis. São coisas pontuais. São partidas de Copa, se complicam. O rival pode estar em um bom ou mau momento, mas são partidas de Copa”.

Oscilação: “É um momento do semestre que quando se ganha se sofre. Ainda assim, cumprimos o objetivo de passar. Poderíamos golear, ficamos a um gol disso, mas terminamos sofrendo. Sobre o pênalti, o primeiro batedor é o Savarino, o segundo, o John. Eu gosto de ter o centroavante como batedor”.

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