Atuações do Botafogo contra a Chapecoense: vergonha e humilhação

Atuações do Botafogo contra a Chapecoense: vergonha e humilhação
Atuações do Botafogo contra a Chapecoense: vergonha e humilhação -

Lanterna do Campeonato Brasileiro e em crise, a Chapecoense interrompeu uma série de 12 jogos sem vencer ao encontrar o Botafogo: 2 a 0, nesta quinta-feira (14), na Arena Condá, pelo jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil. Mérito dos catarinenses diante de um Alvinegro nojento, humilhado e eliminado na competição de mata-mata. Vergonha! Veja, na sequência, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos futebolistas do Mais Tradicional.

AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO

NETO – Todo jogo leva um gol. Mantém aquela sensação de que qualquer bola chutada contra a meta do Botafogo vai entrar. E foi assim em Chapecó. Não transmitiu nenhuma segurança nos disparos do rival catarinense. Não sabe se colocar sobre as balizas. No fim, de forma patética, ainda se lançou ao ataque – NOTA: ZERO

VTINHO – Pacheco, da Chape, sempre levou vantagem sobre ele, seja com dribles, com tabelas ou na corrida. Tem medo de cometer  falta. Ofensivamente, não entregou nada. Centros rechaçados pela equipe adversária e pouca assertividade. Saiu, na etapa final, para a entrada de Villalba – NOTA: ZERO 

BARBOZA – Sempre mal posicionado e vendido nas jogadas. Saiu, como um desvairado, à caça de Ênio, no meio de campo, no primeiro gol. Depois, ficou olhando Bolasie, da pequena área, concluir. Uma estátua! Acertou, enfim, um bote, somente no fim do embate. Virou atacante e não assustou ninguém – NOTA: 1,0

BASTOS – Perdeu todos os duelos individuais, algo que jamais aconteceria com o Palanca Negra de 2024. Capenga. Mais lento do que corrida de cágados sob efeito de Lexotan. Humilhado por Marcinho Panicat – NOTA: ZERO

MARÇAL – Concedeu muita liberdade para Everton. Até o ala-direito da Chape centrar para Bolasie meter o 2-0. Abusou das bolas na área. Infrutíferas. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Telles – NOTA: 3,0

MEDINA – Esforçado, tentou criar algo diferente, mas pecou na forma. Brigou. Depois, contudo, sumiu – NOTA: 4,0

EDENILSON – Novamente, sem função no meio de campo. Não sabe se fica restrito à marcação ou se avança. Participou muito pouco. E ainda finalizou mal. Saiu, assim, no segundo tempo, para a entrada de Santi – NOTA: ZERO

DANILO – Vacilou nas finalizações, mas não se omitiu, apesar de o treinador colocá-lo para fazer a saída de três. Ao menos, rebelou-se! Desaprendeu a jogar como um “5” – NOTA: 4,5

MONTORO – O Monstrinho vinha encontrando bons passes, com uma enfiada precisa para Cabral acertar a trave. Mas um bote errado contribuiu para a Chape chegar ao segundo gol. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Tucu – NOTA: 5,0

JÚNIOR SANTOS – Um triatleta. Corre, pedala e nada. Teve a chance clara em um rebote e se complicou nas próprias pernas. Já tinha perdido uma outra. Péssimo. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Kadir – NOTA: ZERO

CABRAL – Chutou na trave a única chance que teve. No decorrer do jogo, ficou procurando a bola e não encontrou nada. Presa fácil para um time que não sabe se defender, como a Chape – NOTA: 2,5

SANTI – Utilizou mal os corredores e tornou-se mais um em campo – NOTA: 2,0

KADIR – Afoito, perdeu a chance de levar a série para os pênaltis. Aliás, toda partida perde um gol feito. Papelão! Gerou ocasiões e levou perigo pelo alto, ações que elevam sua avaliação – NOTA: 2,0

TELLES – Facilitou  a vida da defesa da Chapecoense, permitindo bloqueios e lançando bolas no vazio – NOTA: 2,5

TUCU – Perdeu a chance do 1-2 por pura displicência. Lamentável – NOTA: ZERO

VILLALBA – Entrou para cruzar uma bola no Estádio Nilton Santos. Deu razão a Franclim em não colocá-lo – NOTA: ZERO 

TÉCNICO: FRANCLIM CARVALHO – Desorganizou o time e voltou a aniquilar o futebol de Danilo ao colocá-lo como primeiro volante. No segundo tempo, promoveu mudanças que pioraram o desempenho da equipe, acéfala na criação. Uma jornada desastrosa do profissional de Miranda do Corvo. O Botafogo cai para o lanterna do Brasileirão – NOTA: ZERO

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