Se para muitos times a pausa do Brasileirão para a Copa do Mundo vai ser um período de descanso e de tranquilidade, o mesmo não se pode dizer do Vasco. Com a derrota para o Atlético Mineiro, o Cruz-Maltino vai passar o mês do Mundial dentro da zona de rebaixamento.
Por isso, a janela do meio de temporada terá uma importância ainda maior para o Vasco. Apesar de não viver uma situação financeira avantajada, o Cruz-Maltino se vê na necessidade de encontrar novas peças no mercado, principalmente com os pedidos insistentes de Renato Gaúcho.
Na coletiva de imprensa após a derrota para o Atlético Mineiro, Renato desabafou ao ser perguntado sobre qual será a postura do Vasco em relação ao mercado de transferências e a janela nesta pausa para a Copa do Mundo. O técnico admitiu que entende a situação financeira do clube, mas que ele não tem o que fazer em relação a isso, a não ser fazer os pedidos.
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“Essas perguntas você tem que fazer para o presidente do clube. Eu converso bastante com o Pedrinho, é uma pessoa que se doa muito ao clube. Eu tenho conversado bastante com ele, da última vez que conversamos nós ficamos 2h em reunião, então eu passo pra ele, passo para o Admar o meu pensamento. Agente troca bastante ideia, sempre quero o melhor pra todo mundo, quero sempre o melhor pro Vasco. Eu também entendo a situação do clube, do momento que você também não consegue se mexer muito por causa da falta do dinheiro. E o presidente está correndo atrás quanto a isso. Então, vamos aguardar e ver qual vai ser o desfecho dessa negociação que o presidente está fazendo.
Renato seguiu destacando que existe uma necessidade latente por reforços dentro do elenco do Vasco. No entanto, o treinador seguiu batendo na tecla de que não adianta ele fazer diversos pedidos por reforços, que as contratações estão diretamente ligadas a um possível aporte de investimento durante a janela.
“Tem coisas que tenho que falar diretamente com o presidente. Quando falo que precisam perguntar ao presidente é porque vocês me perguntam sobre contratações. Ninguém contrata sem dinheiro. A única pessoa que pode responder sobre dinheiro é o presidente, é um assunto que foge do treinador. Ele que está dialogando com as pessoas para correr atrás de dinheiro. Com e sem dinheiro são discursos diferentes”, reiterou o técnico, que emendou:
“São jogadores (da base) que fazem parte do grupo. Em primeiro lugar, é ver se o presidente consegue fechar o contrato (de investimento). A partir daí vamos trocar ideias para ver o que pode ser feito. Se não entrar dinheiro, vamos continuar com esse grupo, tentar alguns jogadores na base, milagre eu não posso fazer. Por isso falei que essas perguntas de contratações têm que ser feitas ao presidente”, finalizou.
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