A Seleção não conseguiu converter o volume de jogo em gols na primeira etapa. Igor Thiago, desta vez, passou em branco. O técnico Carlo Ancelotti, então, chamou Endrick e teve o problema solucionado. Afinal, contra o Egito, neste sábado (6), no Estádio Huntington Bank Field, em Cleveland, o jogador do Lyon entrou no intervalo e cumpriu o manual do centroavante: na primeira oportunidade, colocou lá dentro e garantiu o 2 a 1 sobre os africanos, no último amistoso antes da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá. Wesley, porém, saiu machucado e preocupa.
Gentileza gera gentileza
Um jogo que começou lá e cá. Lashin dormiu no ponto. Bruno Guimarães roubou a bola na entrada da área, avançou e, com liberdade, abriu o marcador. Quatro minutos depois, porém, Marquinhos colocou a bola no vazio para Zico, um egípcio fã do Galinho, superar Alisson e deixar tudo igual. Já diria o profeta que gentileza gera gentileza. E, no clima de cordialidade, o Brasil perdoou o adversário e desperdiçou três grandes chances em 45 minutos. Vini,Raphinha e Igor Thiago, sozinhos, consagraram Shobeir, goleiro da seleção norte-africana e grande personagem da primeira etapa do espetáculo.
Além da infelicidade das finalizações e de não criar quase nada pelo lado direito, o Brasil ainda perdeu Wesley, que deixou o campo chorando, com dores na virilha. A possibilidade de um corte pode ganhar força nos próximos dias.
Chama o Endrick!
O Brasil, com nove alterações, recomeçou o jogo na mesma intensidade do início da primeira etapa. Raphinha e Douglas Santos ficaram. O primeiro, então, preparou tudinho para Endrick brilhar e resolver os problemas de ataque da Seleção Brasileira. Na sequência, o Egito tentou ameaçar em algumas ligações diretas, mas a defesa da Seleção, na teoria, reserva, rechaçou as investidas dos norte-africanos. Mérito da retaguarda em controlar muito bem oi adverssário.
A parte ofensiva teve um pouco menos de criação em relação à primeira etapa, sem grandes escapadas. Mas a equipe seguiu com posse de bola, e o mais importante, no contexto geral, era vencer. Sendo assim, o Brasil terá uma semana muito mais tranquila diante da ansiedade da estreia no Mundial.
BRASIL 2×1 EGITO
Amistoso Internacional
Local: Estádio Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)
Data e hora: 6/6/2026, às 19h (horário de Brasília)
Gols: Bruno Guimarães, 6’/1ºT (1-0); Zico, 10’/1º (1-1); Endrick, 6’/2ºT (2-1)
BRASIL: Alisson (Weverton, Intervalo); Wesley (Danilo, 17’/2ºT), Marquinhos (Bremer, Intervalo), Ibañez (Léo Pereira, Intervaalo) e Douglas Santos (Alex Sandro, 26’/2ºT); Casemiro (Fabinho, Intervalo), Bruno Guimarães (Danilo Santos, Intervalo) e Paquetá (Luiz Henrique, Intervalo); Raphinha (Martinelli, 26/2ºT), Vini Jr. (Matheus Cunha, Intervalo) e Igor Thiago (Endrick, Intervalo). Técnico: Carlo Ancelotti.
EGITO: Shobeir; Hany (Alaa, 29’/2ºT), Fathy, Yasser e Fatouh; Lasheen (Ashour, 29’/2ºT), Ateya (Zizo, 39’/2ºT), Fatouh (Hafez, 29’/2ºT) e Trézéguet (Abdelmonem, Intervalo); Zico (Adel, 29’/2ºT), Hasan (Salah, Intervalo) e Marmoush (Abdelkarim, 39’/2ºT). Técnico: Hossam Hassan
Árbitro: Adonai Escobedo (MEX)
Auxiliares: Ibrahim Martinez (MEX) e Maximiliano Gomez (MEX)
VAR: Carlos Rivero (MEX)
Cartão Amarelo: Marquinhos (BRA); Hany (EGI)
Cartão Vermelho:
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