O escritório de advocacia Campos Mello Advogados entrou com uma ação na Justiça para cobrar cerca de R$ 740 mil em custas e honorários da 777 Carioca LLC, empresa utilizada pelo grupo norte-americano no controle da SAF do Vasco. Afinal, o grupo prestou serviços à 777 e, em um deles, participou de reuniões e conferências para tratar a venda para José Lamacchia.
As reuniões e conferências aconteceram entre março e maio de 2024, com o objetivo de tratar da potencial oferta do dono da Crefisa, José Roberto Lamacchia, para comprar a SAF do Vasco, de acordo com o “ge”. Na época, portanto, as reuniões envolveram 777, Crefisa e Vasco, segundo o relatório do escritório.
Uma das reuniões durou 2h50. O encontro teve a presença de Josh Wander, sócio da 777 Partners; Nicolas Maya, então membro do Conselho de Administração da SAF do Vasco; e José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa. Em outra ocasião, já com o Cruz-Maltino o controle da SAF, houve um novo encontro para tratar sobre a oferta de Lamacchia. Aliás, também debateram a posição de Leila Pereira.
A venda para José Lamacchia ficou perto do final feliz. Contudo, não avançou justamente pelo possível conflito com a posição de Leila Pereira, presidente do Palmeiras e esposa do dono da Crefisa. Na ação de cobrança à 777, o escritório Campos Mello sustenta que prestou serviços jurídicos à empresa ao longo de 2024.
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