Seleção Brasileira muito longe do favoritismo no Mundial

Seleção Brasileira muito longe do favoritismo no Mundial
Seleção Brasileira muito longe do favoritismo no Mundial -

A Seleção Brasileira inicia neste sábado (13/6) a luta pelo hexa mundial. Tarefa nada simples, aliás, a do técnico Carlo Ancelotti. A equipe teve um ciclo dos mais complicados de preparação para a Copa, tendo sido comandada por nada menos do que quatro treinadores – Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e o próprio Ancelotti.

Como consequência, o desempenho nas Eliminatórias Sul-Americanas foi sofrível. Com o festival de vagas distribuído pela Fifa, o Brasil alcançou a classificação com algumas rodadas de antecedência, encerrando a participação em quinto lugar, atrás de Argentina, Equador, Colômbia e Uruguai. Mérito nenhum nisso.

A chegada do renomado italiano para comandar o elenco até o Mundial jogou uma boa quantidade de fumaça no ambiente, abrindo a possibilidade de fuga da crise. Os resultados não foram brilhantes e muito menos o desempenho, mas a presença de Ancelotti emprestou certa credibilidade à CBF.

Agora estamos na hora da verdade. A estreia diante de Marrocos será uma boa medida do que o time pode apresentar. No entanto, a possibilidade de classificação de oito terceiros colocados na fase de grupos torna a tarefa menos penosa.

Afinal, um tropeço não seria uma catástrofe, sobretudo se lembrarmos que os próximos adversários são Haiti e Escócia, equipes sem tradição. A dúvida é quanto a seleção brasileira poderá crescer durante a competição. E aí é que está a esperança. Como é um torneio, a Copa sempre deixa brechas para surpresas. Cá pra nós, pelo ciclo conturbado e pelo desempenho recente, se conquistar o hexa, a camisa mais pesada do mundo – quem diria! – poderá ser enquadrada nessa categoria.

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