Segundo Mullin, a delegação iraniana foi a que mais exigiu trabalho das autoridades americanas durante a competição. O secretário, aliás, afirmou que ficou satisfeito com o encerramento da participação da equipe e também comemorou o cancelamento dos vistos da delegação.
“Estou feliz que tenha acabado e que eles não voltem. Talvez eu até tenha cantado uma música ou duas. Ou feito uma dancinha da vitória”, disse Mullin em tom de deboche.
O episódio, portanto, amplia a tensão entre os dois países durante a Copa. Antes mesmo do início da competição, a delegação iraniana já havia enfrentado restrições impostas pelo governo dos EUA, incluindo limitações relacionadas à entrada no país e ao planejamento logístico da equipe. Além disso, após a eliminação na fase de grupos, dirigentes iranianos voltaram a denunciar o que classificaram como tratamento injusto recebido ao longo do torneio.
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