Bernardo Silva não escondeu a admiração por Luka Modric às vésperas do duelo entre Portugal e Croácia pela segunda fase da Copa do Mundo. Afinal, o meia português afirmou que tem o capitão croata como ídolo e referência dentro e fora de campo. As seleções se enfrentam nesta quinta-feira (1), às 20h (de Brasília), em Toronto.
“Modric é um ídolo para mim. Não só a forma como ele conseguiu se manter no alto nível, mas também seu comportamento em toda a carreira. É uma grande inspiração para mim e acredito que para a maioria dos jogadores. Estou feliz por ver suas atuações na Copa do Mundo”, disse.
“Tive sorte de jogar contra ele diversas vezes. Uma vez pedi sua camisa em um City e Real Madrid e fiquei feliz de conseguir. É uma das camisas mais especiais que tenho em casa. Desejo o melhor para ele, só não no jogo porque quero ganhar, mas ele é uma grande inspiração”, completou.
Os dois jogadores construíram uma longa história de confrontos ao longo da carreira. Nesse sentido, os meio-campistas estiveram frente a frente 14 vezes por clubes e seleções, com vantagem para o português, que soma seis vitórias, quatro empates e quatro derrotas.
Grande parte desses encontros aconteceu pela Champions League. Manchester City e Real Madrid protagonizaram dez confrontos com Bernardo e Modric em campo. Em uma dessas partidas, o português aproveitou a oportunidade para pedir a camisa do meio-campista croata.
Reserva na Copa do Mundo
Na Copa do Mundo, Bernardo Silva iniciou apenas a estreia contra a RD Congo como titular e deixou o campo no intervalo. Depois, entrou por 15 minutos diante do Uzbequistão e não atuou contra os colombianos. Mesmo assim, o jogador não vê problema em ficar como opção no banco de reservas.
“Não vejo problema em ser reserva. Já fui em outros momentos da minha carreira. Isso não é relevante. Não é meu trabalho discutir as opções do treinador. Hoje minhas características me levam um pouco mais para o meio, mas vou estar à disposição onde o treinador me colocar”, afirmou.
Apesar da condição de reserva, o meia afirmou que não se incomoda com a decisão da comissão técnica. Portugal avançou às oitavas de final na segunda colocação do Grupo K, com cinco pontos, após vencer o Uzbequistão e empatar com RD Congo e Colômbia.
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