Ninguém venceu mais jogos em Copa do Mundo do que Didier Deschamps. O francês já havia superado o recorde de Helmut Schon como treinador e, após a classificação sobre a Suécia, nesta terça-feira (30), em Nova Jersey, chegou a 22 triunfos no total – na soma entre dentro e fora de campo.
Na semana passada, o campeão mundial em 1998 (como jogador) e 2018 (como treinador) sofreu com a perda da mãe, se ausentou dos Estados Unidos por alguns dias para acompanhar o velório e não ficou no banco de reservas na última partida da fase de grupos, contra a Noruega. De volta para o mata-mata, foi homenageado com um abraço de Mbappé e companhia na hora do primeiro gol, na vitória por 3 a 0.
“(Sentimento de) Muito orgulho. Temos uma missão, foi uma partida difícil, esta etapa é sempre difícil. Fizemos bem as coisas e merecemos vencer”, resumiu Deschamps, ainda no gramado, após o jogo.
Disputa com Zagallo e Beckenbauer
Assim, em sua última competição com a França, o técnico segue em busca do tricampeonato. Nas oitavas, o adversário é o Paraguai, que surpreendeu a Alemanha e avançou nos pênaltis. Com o título de 2018, ja havia igualado Zagallo e Beckenbauer como campeões como jogador e técnico.
Com seis gols nesta edição de Copa, Mbappé trilha o caminho para ser o maior artilheiro da história do torneio. Aos 27 anos, está na cola de Messi (18 a 17 gols). Amigo de Deschamps,
“Ele é o líder do nosso grupo, o nosso técnico e teve algo ruim familiar. São coisas difíceis, e ele vem atravessando isso com apoio da nossa equipe”, disse Mbappé.
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