O presidente da Fifa, Gianni Infantino, revelou que a entidade pretende avaliar a expansão da Copa do Mundo para 64 seleções. Conforme explicou o dirigente ao portal suíço Bluewin, os comitês diretivos debaterão a proposta após o Mundial de 2026. Desse modo, o torneio ganharia mais 16 equipes em comparação com o modelo atual.
“Algumas pessoas já sugerem ampliar o torneio para 64 seleções. Certamente esse assunto será analisado após esta Copa do Mundo e discutido pelos órgãos dirigentes da Fifa”, declarou o mandatário no início da semana.
Atualmente, o campeonato abriga 48 seleções, um formato que estreou justamente nesta edição e superou as antigas 32 vagas vigentes até 2022. Sob a ótica de Infantino, a mudança alcançou um “enorme sucesso”, fato que serve de argumento para o novo acréscimo.
“Quando você organiza uma Copa do Mundo, organiza para o mundo inteiro. Não apenas para Europa e América do Sul, mas para todos os continentes. Todas as nações sonham em disputar uma Copa do Mundo. A qualidade do futebol continua evoluindo em todas as partes do planeta. Se você nega aos países menores a chance de se classificar, também tira deles um importante incentivo para continuar se desenvolvendo”, completou.
Próxima do Copa do Mundo em três países
Paralelamente a essa discussão, a Fifa projeta o torneio centenário de 2030 em seis nações: Argentina, Paraguai, Uruguai, Espanha, Portugal e Marrocos. Enquanto a América do Sul acolherá somente os jogos de abertura, os demais anfitriões concentrarão o restante da disputa.
LEIA MAIS: Jornal transcreve bronca de Messi em árbitro: “Não me desrespeite”
Por fim, a transição para 64 equipes resolveria um gargalo logístico, pois extinguiria a polêmica repescagem dos melhores terceiros colocados. Em vez disso, o novo plano estabeleceria 16 grupos de quatro integrantes, classificando os dois primeiros de cada chave e elevando o total de partidas na primeira fase de 72 para 96 confrontos.
Siga nosso conteúdo nas redes sociais: Bluesky, Threads, Twitter, Instagram e Facebook.

