Nem mesmo o fiasco na Copa do Mundo 2026 foi capaz de tirar de Carlo Ancelotti o título de técnico de seleção mais bem pago do mundo. Com contrato renovado antes mesmo do início do torneio, o treinador italiano seguirá à frente da Seleção até 2030 e continuará, portanto, recebendo anualmente 9,5 milhões de euros (R$ 55,8 milhões).
Uma curiosidade: Luis de la Fuente, treinador campeão mundial com a Espanha, recebe cerca de 2 milhões de euros anuais (R$ 11,7 milhões) e, assim, nem sequer aparece entre os dez primeiros colocados. O salário do espanhol é inferior a 25% da remuneração destinada a Ancelotti.
Vice-campeão com a Argentina, Lionel Scaloni ocupa, aliás, apenas a nona posição entre os treinadores mais bem remunerados, com 2,3 milhões de euros por ano (R$ 13,5 milhões).
Em segundo lugar pertence a Jürgen Klopp, que iniciou recentemente seu trabalho à frente da Alemanha. O ex-técnico do Liverpool recebe mais de 7 milhões de euros por ano (R$ 41 milhões). Outro recém-contratado é Zinédine Zidane, que aceitou o desafio de comandar a França por 3,6 milhões de euros anuais (R$ 21 milhões).
Contratado para substituir Roberto Martinez em Portugal, Jorge Jesus aparece em sexto na lista, com 4 milhões de euros por ano (R$ 23 milhões).
Roberto Mancini, contratado para assumir a Itália nesta terça-feira (28), não teve o valor do salário divulgado pela Federação Italiana de Futebol (FIGC). A imprensa italiana, porém, diz que o treinador receberá bem menos do que ganhava no Al Sadd, da Arábia Saudita, onde seu salário anual era de 25 milhões de euros anuais (cerca de R$ 146 milhões).
Top10 técnicos de seleções mais bem pagos do mundo*
1º) Carlo Ancelotti (Brasil): R$ 55,8 milhões
2º) Jürgen Klopp (Alemanha): R$ 41 milhões
3º) Thomas Tuchel (Inglaterra): R$ 34,5 milhões
4º) Mauricio Pochettino (Estados Unidos): R$ 30,8 milhões
5º) Fabio Cannavaro (Uzbequistão): R$ 23 milhões
6º) Jorge Jesus (Portugal): R$ 23 milhões
7º) Zinédine Zidane (França): R$ 21 milhões
8º) Gustavo Alfaro (Paraguai): R$ 14,7 milhões
9º) Lionel Scaloni (Argentina): R$ 13,5 milhões
10º) Rafael Márquez (México): R$ 12,8 milhões
*Salário anual
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