O Atlético atingiu o limite de jogadores estrangeiros permitidos para uma partida do Brasileirão após confirmar a chegada do atacante Thiago Borbas. O uruguaio de 24 anos, emprestado pelo Bragantino com opção de compra, tornou-se o nono atleta de fora do Brasil no elenco alvinegro. Com isso, qualquer nova contratação internacional obrigará a comissão técnica a deixar um gringo fora da relação nas partidas da Série A.
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Borbas desembarcou em Belo Horizonte no último sábado (25) depois de defender o Real Oviedo, da Espanha, e chega para reforçar o setor ofensivo da equipe comandada por Eduardo Domínguez. O atacante será o único uruguaio no grupo, que agora reúne atletas de seis nacionalidades diferentes. Além da expectativa pelo desempenho dentro de campo, sua contratação também cria um novo cenário para a gestão do elenco ao longo da temporada.
Comissão técnica terá desafio nas escalações
O regulamento da CBF permite que apenas nove estrangeiros sejam relacionados por partida no Brasileirão. Dessa maneira, o Galo não possui margem para inscrever outro jogador internacional sem que um dos atuais fique fora da lista de convocados em cada rodada. A situação exige planejamento da comissão técnica, principalmente em períodos de calendário apertado e competições simultâneas.
O Equador é o país com maior representação no elenco alvinegro. Alan Franco, Preciado e Alan Minda defendem regularmente a seleção equatoriana e fazem parte das principais opções do time. A Argentina aparece logo em seguida, com o volante Tomás Pérez e o atacante Tomás Cuello. Também completam a lista o chileno Iván Román, o colombiano Mateo Cassierra, o guineense Mamady Cissé e, por fim, o uruguaio Thiago Borbas.
Entre os gringos, Cuello é quem mais atuou em 2026, acumulando 32 partidas pelo Galo. Franco aparece logo atrás, com 31. Enquanto Iván Román é o menos utilizado até o momento, somando apenas nove. Agora, além da disputa por espaço dentro de campo, os atletas também convivem com a possibilidade de ficarem fora das relações em algumas partidas, consequência direta do limite de estrangeiros estabelecido pela CBF.
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