Uefa vê presidente do PSG como principal nome para desafiar Infantino na Fifa

Uefa vê presidente do PSG como principal nome para desafiar Infantino na Fifa
Uefa vê presidente do PSG como principal nome para desafiar Infantino na Fifa -

A Uefa já trabalha nos bastidores pensando na sucessão de Gianni Infantino na presidência da Fifa. Embora ainda não tenha oficializado uma candidatura, Nasser Al-Khelaifi, presidente do PSG, é visto por dirigentes europeus como o nome mais forte para disputar a eleição marcada para março de 2027. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (30) pelo jornal britânico The Telegraph.

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De acordo com a publicação, a entidade europeia acredita que Al-Khelaifi reúne experiência, influência política e peso internacional suficientes para liderar uma candidatura capaz de enfrentar Infantino. Ainda assim, pessoas próximas ao dirigente afirmam que ele não pretende entrar na disputa e descartam qualquer interesse em comandar a Fifa.

Nos últimos anos, Al-Khelaifi ampliou sua influência no futebol europeu. Além de presidir o PSG, ele também ocupa a presidência da Associação de Clubes Europeus (ECA) e é um dos vice-presidentes da Uefa. Sua projeção cresceu após liderar a oposição ao projeto da Superliga Europeia, em 2021, o que reforçou sua posição entre os principais dirigentes do continente.

Outro fator considerado importante é sua rede de relações internacionais. Integrante do governo do Catar e aliado do emir do país, Al-Khelaifi mantém forte influência na Confederação Asiática de Futebol (AFC). Ele também preside o grupo BeIN Media, um dos principais parceiros comerciais da Fifa na negociação de direitos de transmissão.

Foco no PSG e eleição desafiadora

Mesmo com esse cenário favorável, o presidente do PSG segue sem demonstrar interesse em concorrer. De acordo com fontes ouvidas pela imprensa francesa, sua prioridade continua sendo o trabalho à frente do clube parisiense e das funções que já exerce no futebol europeu.

Por fim, caso decida disputar a presidência, Al-Khelaifi teria pela frente uma eleição desafiadora. Isto porque Infantino ainda mantém amplo apoio entre diversas federações nacionais e, até o momento, segue como favorito para permanecer no comando da Fifa.

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