O desempenho do Fluminense não agrada a torcida, o que reflete nas arquibancadas do Maracanã. No empate amargo com o Independiente Rivadavia, pela ida das oitavas de final da Libertadores, o time tricolor recebeu fortes cobranças, vaias na última terça-feira (11/8) e ainda viu o pior público de sua história em mata-mata da competição no estádio.
Sem sentir o gosto da vitória após a pausa para Copa do Mundo, a torcida tricolor entrou no Maracanã já sabia que iria ter “dor de cabeça”. Pela escalação, o técnico Zubeldía fez mudanças, e Rodrigo Castillo iniciou como titular e foi o mais questionado. A maior contratação da história do clube segue acumulando atuações ruins e não justifica tamanho investimento. Além disso, a postura apática do time no primeiro tempo fez os torcedores vaiarem.
LEIA MAIS: Thiago Silva faz cobrança ao time do Fluminense
No segundo tempo, o técnico Luis Zubeldía fez alterações para tentar chegar à Argentina com uma vantagem. No entanto, nada feito. A exigente torcida tricolor seguiu insatisfeita com a atuação do time, que quase não teve oportunidades de balançar as redes. Isto ficou explícito aos 15 minutos ao Hulk deixar o gramado sob vaias para a entrada de Germán Cano. O camisa 7 não fez um bom jogo, errou passes e saiu logo após isolar uma cobrança de falta.
Assim como na fase de grupos da Libertadores contra o próprio Independiente Rivadavia, a torcida entoou o “time sem vergonha” e xingamentos ao técnico Luis Zubeldía, pressionado por resultados. A situação do time carioca é complicada, e o argentino vive em “corda-bamba”.
Pior público em mata-mata de Libertadores
Além disso, o duelo contra Independiente Rivadavia teve 31.279 presentes, dos quais 28.825 eram pagantes. Foi, assim, o menor público da história do Fluminense em um mata-mata de Libertadores no Maracanã.
A pior marca era da vitória por 1 a 0 sobre o Atlético Nacional, nas oitavas de 2008, com 33.616 torcedores (31.700 pagantes). O público atual ficou 2.337 pessoas abaixo desse registro. Com isso, o clube ficou sem alcançar 30 mil pagantes pela primeira vez em um mata-mata da competição no Maracanã.
Na derrota contra o próprio Rivadavia por 2 a 1 na fase de grupos, em abril, apenas 27.058 torcedores foram ao Maracanã. Assim, os dois jogos contra os argentinos em 2026 registram os piores públicos do Fluminense no estádio pela Libertadores desde 2008. O duelo da fase de grupos segue como o menor do período. Já a partida desta terça-feira ocupa o segundo lugar geral e é o menor público do clube em um mata-mata do torneio no século.
Siga nosso conteúdo nas redes sociais: Bluesky, Threads, Twitter, Instagram e Facebook.

