Feliz 2027, Botafogo! O time alvinegro adiantou o fim da temporada ao perder para o Cienciano por 6 a 1, nesta quinta-feira (13), em Cusco, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana. Humilhado e em cenário de terra arrasada, o Glorioso proporcionou um dos maiores vexames de sua história, em um resultado que ficará marcado na carreira de todos os futebolistas que foram a campo. Virou chacota! Veja, na sequência, como o Jogada10 avaliou o desempenho dos alvinegros.
AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO
WARLESON – O goleiro que fala tanto em clean sheat levou seis. Um deles, em uma paçocada. Em outros, nem foi na bola. Saiu mal pelo alto e por baixo. Uau! Trágico – NOTA: ZERO
PONTE – Acertou um cruzamento apenas, algo que não livra de um desempenho apático no Peru. Jogador de nível de Série B. Avenida Mateo não fechou o corredor quando deveria – NOTA: ZERO
FERRARESI – Vem penando na bola área há muito tempo. Não ganhou uma. Sempre batido. Na frente, furou feio um bom centro de Ponte. No segundo tempo, se mandou para frente novamente e não conseguiu correr atrás dos caras do Cienciano no 6 a 1 – NOTA: ZERO
JUSTINO – Atabalhoado. Chegou atrasado várias vezes e foi envolvido pelo possante ataque do Cienciano. O moleque já está queimado. No fim, ainda ficou nervosinho – NOTA: ZERO
MARÇAL – Com dois minutos de jogo, já estava sem fôlego. No segundo tempo, acertou uma cabeçada em um rival. A arbitragem, atormentada pela culpa por validar um gol irregular, contemporizou. Levaria o vermelho se Telles não o substituísse no segundo tempo do espetáculo – NOTA: ZERO
HUGUINHO – Pecou em botes, desarmes e nas coberturas. Parecia assustado com o jogo. Irreconhecível. Falhou no 5-1 e não teve a pegada de marcação de outros embates – NOTA: ZERO
MEDINA – Sem dinâmica, burocrático e frouxo na marcação. Mais um desempenho péssimo. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Edenilson – NOTA: ZERO
DANILO – Não encurtou o espaço à frente da defesa e deixou Martinich soltar um porrete indefensável. Buscou ser atacante e errou tudo: tentativa de tabelas, passes curtos, pressão sobre o adversário e controle de bola. Andou em campo. Parece com a cabeça em outro lugar. Já pode mandar para a Rússia – NOTA: ZERO
MONTORO – Desta vez, deu razão a Franclim Carvalho. O Monstrinho não jogou absolutamente nada e entregou a bola nos pés dos adversários. Saiu, ainda no primeiro tempo, para a entrada de Toledo – NOTA: ZERO
MARTINS – Não tocou na bola durante o primeiro tempo. Na etapa fina, contudo, buscou a falta que cobrou na medida para descontar. Golaço. Conseguiu se salvar – NOTA: 5,5
KADIR – Não tocou na bola. Presa fácil para a defesa peruana, saiu, ainda no primeiro tempo, para a entrada de Cabral – NOTA: ZERO
CABRAL – O Mamute melhorou, timidamente, o ataque. Causou um pouco mais de incômodo à defesa local, algo que não acontecia com a formação inicial de Franclim – NOTA: 5,0
TOLEDO – Perdido e largado por Franclim aos leões, não conseguiu fazer nada – NOTA: ZERO
TELLES – Deveria começar jogando. Rechaçou um cruzamento, algo que em 90 minutos Ferraresi não conseguiu – NOTA: 4,5
EDENILSON – Não conseguiu aumentar a posse de bola e retê-la um pouco mais. Marcou um gol. Mas estava em posição irregular – NOTA: 1,0
SANTI – Figurante. Ao menos, desta vez, não reclamou de ter entrado em campo no segundo tempo – NOTA: ZERO
TÉCNICO: FRANCLIM CARVALHO – Foi a campo sem um lateral marcador, o líder do time e o melhor centroavante, na competição que salvaria o ano. Além disso, teve um planejamento medonho para o jogo na altitude, bagunçou a equipe e demonstrou que não tem mais condição de ficar à frente do escrete alvinegro – NOTA: ZERO
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