Dos pilares do time do Flamengo durante o período pré-Copa do Mundo, o zagueiro Léo Ortiz viveu um momento de redenção na última quarta-feira (19/8) durante a classificação rubro-negra às quartas da Libertadores. Isso porque o defensor de 30 anos sofreu a primeira lesão mais grave da carreira, perdendo espaço no elenco de Leonardo Jardim após o fim do Mundial, mas volta a aparecer entre os titulares.
Ele, afinal, sofreu uma lesão muscular na posterior da coxa direita durante o último compromisso do Flamengo antes da paralisação do futebol, em maio, e voltou aos poucos. Ortiz celebrou a volta à titularidade e exaltou a torcida do Flamengo durante a vitória por 2 a 1 sobre o Cruzeiro, no Maracanã.
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“Fico feliz pela maneira como foi conduzido, tanto pelo departamento (médico) quanto pelos fisioterapeutas por todo esse processo para eu voltar dessa maneira. Era com isso o que eu estava me preocupando, em voltar bem. Não acelerar a volta de jeito nenhum para que não acontecesse mais lesões também, porque nunca tinha acontecido na minha carreira. Então isso me preocupou um pouco mais, mas acreditando no trabalho de todos, o tempo de voltar viria. Me incomoda ficar fora dos jogos, ter ido pra Portugal sem poder jogar, mas foi tudo no seu tempo, muito bem feito e estamos colhendo os frutos. Estou pronto para ajudar o Flamengo no mais alto nível”, disse na zona mista do Maraca.
E a torcida do Flamengo, Ortiz?
Em pergunta realizada pelo Jogada10, Léo Ortiz aproveitou para exaltar a torcida, que abarrotou o Maracanã, batendo novo recorde de público na temporada. Perguntado sobre qual porcentagem da classificação creditaria ao torcedor, Ortiz foi justo: 50% para o time, e os outros 50% para a “Nação”.
“Eu acho que fica 50% a 50%. 50% para nós dentro de campo e lógico que os outros 50% vão para eles porque nos deram muita força, principalmente nos momentos difíceis, cantaram. Não só aqui, no Mineirão também! Deu para escutar em muitos momentos, nos embalando para que a gente conseguisse essa classificação, nos deram muita força. Quando junta esse grupo que entende esses grandes jogos, que sabe “ser Flamengo”, essa nação que é incrível, não só aqui, mas em todos os lugares que a gente vai, é muito difícil de ser batido”, afirmou.
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