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O adeus a Agildo

Parentes e atores foram se despedir do humorista

As flores do velório de Agildo Ribeiro no Memorial do Carmo
As flores do velório de Agildo Ribeiro no Memorial do Carmo - Severino Silva

O corpo do humorista Agildo Ribeiro foi cremado na tarde de ontem, no Caju, Zona Portuária do Rio. O humorista começou a ser velado pouco antes das 10h, na Capela 1 do Memorial do Carmo, onde o público pôde se despedir até as 14h, quando a cerimônia passou a ser restrita à família. O ator morreu aos 86 anos em decorrência de problemas cardíacos, sábado.

O ator Lúcio Mauro Filho lamentou a perda do amigo e disse que Agildo era um "segundo pai". "Eu perdi o tio Agildo. Ele era mais que um amigo. Agildo teve o privilégio de receber um filho aos 80 anos. Eu muitas vezes fiz o papel de filho", disse o ator referindo-se a Marcelo, filho que o humorista só descobriu aos 81 anos: "Papai (o ator e humorista Lúcio Mauro) e ele eram muito amigos. O Agildo é uma marca na minha vida, na comédia e no humor."

Motorista de Agildo há 40 anos, Aécio Estrella contou que o humorista iria passar por uma cirurgia cardíaca na próxima quarta-feira, e relembrou momentos engraçados que passou com ele: "Uma vez estávamos em um carro e ele começou a imitar uma velha. Ela não gostou e partiu para cima do carro com a bengala. Agildo começou a rir e perguntou o que estava acontecendo."

O ator Antônio Pedro também foi se despedir: "Eu, ele, Hugo Carvana e Luiz Carlos Miele iríamos fazer o (programa) 'Saideira', do Canal Brasil. Agora só ficou eu. Havia uma amizade muito grande. Agildo fazia as noites alegres."

O cartunista Jaguar conheceu Agildo no colégio e os dois formaram um grupo de teatro na adolescência: "Anos mais tarde nos encontramos em Itaipava. Aos sábados, a gente bebia as 'cana'. Ele virou um show ambulante. Ele sofreu um grande baque quando perdeu a Didi, esposa amada."

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