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Caso da jornalista que morreu após passar procedimento estético será investigado pela polícia

Uma amiga da vítima e o irmão dela estiveram na 19ª DP (Tijuca) e prestaram depoimento

Eloisa Leandro morreu após passar por um procedimento estético
Eloisa Leandro morreu após passar por um procedimento estético -
Rio - O caso da jornalista Eloisa Leandro, que morreu após fazer um procedimento estético, foi registrado e está sendo investigado pela 19ª DP (Tijuca), onde uma amiga da vítima e o irmão dela estiveram na delegacia e prestaram depoimento. Segundo a Polícia Civil, os agentes foram à clínica de estética, localizada na Tijuca, Zona Norte do Rio, e solicitaram a documentação completa do prontuário médico e a relação dos profissionais que atuaram no procedimento cirúrgico para que sejam ouvidos na sede policial. Também foram requisitadas todas as documentações, como alvará de funcionamento e licenças da vigilância sanitária. A equipe da 19ª DP analisará todos os documentos e exames apresentados para esclarecer os fatos e a causa da morte.
Eloisa Leandro tinha 40 anos e sofreu uma parada cardíaca, na última quinta-feira, após passar por uma lipoaspiração em uma clínica de estética na Tijuca. A jornalista havia passado pelas redações dos jornais "A Tribuna" e "O São Gonçalo", além de assessorias de imprensa.
O corpo de Eloisa foi enterrado sem velório um dia após a sua morte no cemitério Parque da Paz, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. De acordo com a prima da jornalista, Eloisa teria contraído covid-19 antes de realizar o procedimento, por conta desta informação declarada no atestado de óbito não houve velório. 
A história de Eloisa é marcada pela luta para encontrar os assassinos de seu filho único. Victor Hugo foi morto aos 15 próximo à residência em São Gonçalo, na Região Metropolitana, em 2011. O adolescente estava em uma lanchonete quando foi abordado por criminosos e um dos bandidos atirou contra ele. No ano passado, em outubro, um dos suspeitos foi preso.