A tenente-coronel Claudia Moraes destacou, ainda, que a ação não é algo que cause satisfação, pelo contrário é um motivo de constrangimento para o estado, a corporação e aqueles que fazem parte do efetivo.
"A gente não gosta de fazer, não é motivo de felicidade estar aqui comunicando esse tipo de coisa, porque isso é algo que nos constrange", afirmou.
Ela ressaltou, no entanto, que esse episódio não reflete a totalidade da instituição, frisando que se trata de uma pequena parte da corporação. "Isso é uma pequena parte da corporação que precisa ser bem apurada", concluiu.
Ao concordar com o pedido de prisão formulado pela Corregedoria da PM, o MPRJ destacou o comportamento dos denunciados, que seguiam com a prática de vários crimes durante o serviço e em plena via pública, transformando o trabalho "numa verdadeira caçada ao 'arrego'".