A sessão em que seria votado o Projeto de Lei 186/2024, que amplia a carga horária de professores da rede municipal, foi interrompida às pressas após um grupo de servidores invadir o plenário, na noite desta terça-feira (26). Os vereadores que participavam das votações do dia tiveram que deixar o local. A sessão deverá ser retomada na quinta-feira (28).
Veja o vídeo:
Servidores da rede municipal de ensino do Rio invadiram, na noite desta terça-feira (26), o plenário da Câmara do Rio durante votação que pode mudar plano de carreira da categoria
— Jornal O Dia (@jornalodia) November 26, 2024
Crédito: Divulgação pic.twitter.com/tdxoBVCh44
O ato aconteceu quando os vereadores debatiam um outro projeto de lei na Câmara. A invasão foi transmitida ao vivo. Servidores ocuparam mesas e subiram em cadeiras na tentativa de impedir a votação do PL 186/2024. "Amanhã vai ser maior"; "Arquiva!", gritavam os manifestantes.
Dezenas de servidores acompanharam a sessão desde o início da tarde dentro da plenária e outras centenas de pessoas acompanhavam do lado de fora da Câmara, no Centro do Rio. Policiais militares reforçam a segurança na frente da sede do legislativo municipal e o clima no local é de tensão.
Em greve, os servidores lutam pelo arquivamento do PL, que também altera direitos como férias e licenças, e pela revogação da Lei 8666/2024, que amplia para até seis anos os contratos temporários na rede.
O texto de autoria do Poder Executivo e de diversas comissões da Câmara prevê o fim da contagem do tempo de estágio probatório durante licenças e afastamentos, autoriza o parcelamento das férias em três etapas, revoga licença especial e regula a carga horária por minutos, não mais por hora-aula.
Dezenas de servidores acompanharam a sessão desde o início da tarde dentro da plenária e outras centenas de pessoas acompanhavam do lado de fora da Câmara, no Centro do Rio. Policiais militares reforçam a segurança na frente da sede do legislativo municipal e o clima no local é de tensão.
Em greve, os servidores lutam pelo arquivamento do PL, que também altera direitos como férias e licenças, e pela revogação da Lei 8666/2024, que amplia para até seis anos os contratos temporários na rede.
O texto de autoria do Poder Executivo e de diversas comissões da Câmara prevê o fim da contagem do tempo de estágio probatório durante licenças e afastamentos, autoriza o parcelamento das férias em três etapas, revoga licença especial e regula a carga horária por minutos, não mais por hora-aula.