Ocupação no entorno do Marcílio Dias

Fuzileiros navais fazem ação ostensiva no perímetro de até 1.320 metros do hospital

Militares iniciam operação no Hospital Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, na Zona Norte do Rio. Fuzileiros poderão dar voz de prisão se houver flagrante de crimes
Militares iniciam operação no Hospital Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, na Zona Norte do Rio. Fuzileiros poderão dar voz de prisão se houver flagrante de crimes -

A Marinha do Brasil iniciou, na manhã de ontem, uma operação de segurança sem data para acabar no entorno do Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD), no Lins de Vasconcelos. O objetivo é garantir a segurança da tripulação e de usuários da unidade. Os fuzileiros realizarão a ação ostensiva, 24 horas por dia, com oito veículos blindados no perímetro de até 1.320 metros da organização militar.

Na terça-feira, a Capitão de Mar e Guerra Médica Gisele Mendes Souza e Mello, de 55 anos, foi atingida com um tiro na cabeça pela manhã, quando estava na Escola de Saúde da Marinha. Ela chegou a ser levada para a sala de cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. No momento do disparo, acontecia uma operação policial no Complexo do Lins.

Sepultamento da médica

A médica Gisele Mendes de Souza e Mello foi cremada na tarde de ontem, no Cemitério do Caju, na região portuária. A pedido da família, a cerimônia de despedida da Capitão de Mar e Guerra aconteceu de forma reservada, apenas com a presença de pessoas próximas. Durante o funeral, foram prestadas as devidas honras fúnebres conduzidas pela Marinha.

Fuzileiros poderão dar voz de prisão se houver flagrante de crimes durante os patrulhamentos
Fuzileiros poderão dar voz de prisão se houver flagrante de crimes durante os patrulhamentos Pedro Teixeira