Em um comunicado oficial, o estabelecimento lamentou a morte de Henry, que vivia em Santa Cruz, e reforçou que o inspetor abordou um dos bandidos pois acreditava que ele estava brincando com uma arma de gel.
PMs do 27° BPM (Santa Cruz) foram acionados e isolaram a área para que agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que investiga o caso, pudessem fazer uma perícia. O corpo de Henry foi levado ao Instituo Médico Legal (IML) do Centro do Rio. A Polícia Civil informou que "agentes buscam imagens de câmeras de segurança que registraram o crime e de testemunhas para identificar os autores". Já a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) lamentou o ocorrido e acompanha a apuração do caso. A Cet-Rio informou que os uniformes usados pelos bandidos não são da companhia, e sim de empresas que prestam serviços de apoiadores de tráfego para outras firmas, atuando em obras, eventos e grandes estabelecimentos.