Juliana Leite Rangel, de 26 anos, foi baleada na cabeça por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite da véspera de Natal. Ela segue internada em estado gravíssimo no CTI do Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes (HMAPN), em Duque de Caxias, Baixada Fluminense.
O último boletim médico, divulgado na noite desta sexta-feira (27), informou que o dreno foi retirado na manhã de quinta (26) e a tomografia apresentou boa resposta. Juliana está sem o dispositivo há mais de 24h e tem o quadro neurológico inalterado, o que era esperado pelos médicos.
Juliana foi atingida na cabeça por um tiro de fuzil na última terça-feira (24), na Rodovia Washington Luiz (BR-040). A jovem passava pela via, quando o carro em que estava com a família foi alvo de disparos. Em um vídeo que circula nas redes sociais, o pai da jovem, que dirigia o veículo, afirma que os tiros partiram de agentes da PRF. Segundo a mãe de Juliana, os policiais atiraram mais de 30 vezes contra o carro da família.
Além da jovem e a mãe, estavam no carro o pai da vítima, um outro filho do casal e a mulher dele. Eles saíram de Belford Roxo e seguia para a casa de uma irmã de Juliana, em Niterói, onde celebrariam o Natal.
O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um Procedimento Investigatório Criminal para analisar se houve tentativa de homicídio por parte dos agentes, que foram afastados preventivamente pela corporação.
Juliana foi atingida na cabeça por um tiro de fuzil na última terça-feira (24), na Rodovia Washington Luiz (BR-040). A jovem passava pela via, quando o carro em que estava com a família foi alvo de disparos. Em um vídeo que circula nas redes sociais, o pai da jovem, que dirigia o veículo, afirma que os tiros partiram de agentes da PRF. Segundo a mãe de Juliana, os policiais atiraram mais de 30 vezes contra o carro da família.
Além da jovem e a mãe, estavam no carro o pai da vítima, um outro filho do casal e a mulher dele. Eles saíram de Belford Roxo e seguia para a casa de uma irmã de Juliana, em Niterói, onde celebrariam o Natal.
O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um Procedimento Investigatório Criminal para analisar se houve tentativa de homicídio por parte dos agentes, que foram afastados preventivamente pela corporação.