As investigações apontam que Alan Amolinário contratou os serviços de um pedreiro da região, de forma urgente, para construir um canteiro de jardim no quintal dele, na última quarta-feira. No dia seguinte, o homem voltou a procurar o funcionário, demonstrando nervosismo, e pediu novamente ajuda, mas desta vez para enterrar um corpo no local.
Assustado, o pedreiro disse que não faria isso. Ele detalhou o caso aos policiais, que encontraram o corpo da vítima enterrado no local, enrolado em um tapete e lençóis.
O suspeito solicitou a corrida por aplicativo que levou Larissa até a residência dele. Segundo os agentes, o homem havia se separado por alguns meses, mas reatou o casamento na semana do Natal. Apesar disso, ele continuava se encontrando com a vítima. Leandra, que também é considerada foragida, é apontada como cúmplice do assassinato.
Segundo um primo de Larissa, Lucas Oliveira, Larissa e Alan não teriam um relacionamento constante e teriam tido um breve romance, mas o homem não aceitava.
Ontem, parentes estiveram na sede da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense para compartilhar informações de que os suspeitos estariam na Região dos Lagos. A informação circulou em grupos de redes sociais da região e chegou ao conhecimento dos familiares de Larissa. A Polícia Civil não informou se fará buscas pela região.