Segundo a B3, a bolsa de valores de São Paulo, os leilões do ano passado fizeram com que 98 ativos públicos fossem concedidos para a iniciativa privada, com expectativa de gerar até 1,6 milhão de empregos diretos e indiretos.
O setor rodoviário concentra a maior parte desses pregões: 20 leilões, o dobro do ano anterior. Esses projetos somaram R$ 106,6 bilhões em investimentos. Também teve destaque a área de saneamento, com oito pregões realizados em 2025 e investimentos previstos de R$ 44,5 bilhões; o setor de energia, com cinco certames, que geraram R$ 5,5 bilhões.
Já no setor portuário foram realizados sete leilões portuários, que totalizaram R$ 5,9 bilhões em investimentos. Entre eles está o do Porto de Paranaguá, maior investimento já contratado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) em leilões realizados na B3 e um marco para o setor portuário nacional por se tratar do primeiro canal de acesso brasileiro a ser leiloado.
Outro marco, destacou a B3, foram os leilões no setor de infraestrutura social, como hospitais, escolas e presídios. Ao todo, foram viabilizados oito certames desse tipo, mais que o dobro de 2024, com investimentos de R$ 12,5 bilhões.

