A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) do Rio de Janeiro investiga se Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, de 22 anos, filha do major da Polícia Militar Neyfson Borges, foi morta por desviar dinheiro de traficantes que atuam na área em que ela trabalhava na zona oeste do Rio.
Naysa trabalhava em um ferro-velho que seria controlado por traficantes da região. A área é dominada pela facção criminosa conhecida como Amigo dos Amigos (ADA).
No domingo, 4, a Polícia Militar foi acionada para a UPA e encontrou a vítima já sem vida na unidade de saúde. De acordo com a PM, Naysa apresentava múltiplas lesões de violência por espancamento.
A investigação da Delegacia de Homicídios da Capital está em andamento para esclarecer a dinâmica do crime, identificar os responsáveis e confirmar a motivação.
Naysa foi sepultada na quarta-feira, 7, no Cemitério Jardim da Saudade.

