A estrutura, segundo o viúvo Abraham, estava na calçada há cerca de quatro meses. Na manhã de ontem, a esquina da Rua Constante Ramos com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana, que chegou a ser interditada, foi liberada. Não há mais andaimes no local.
Após a tragédia, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea) determinou a apuração imediata das circunstâncias da queda. Ainda no sábado, a fiscalização constatou que as duas empresas que atuam na obra têm responsáveis técnicos registrados no Conselho e possuem as Anotações de Responsabilidade Técnica (ART) emitidas e vigentes. No entanto, ainda não é possível informar as causas do acidente, uma vez que não há conclusão do trabalho de perícia.
A equipe apurou ainda que a empresa responsável pela obra estava fazendo a movimentação do andaime desde novembro. Em caso de irregularidades, poderá haver suspensão cautelar de registros das empresas no Conselho, assim como de seus responsáveis técnicos.

