A ação deflagrada ontem, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio (Gaeco/MPRJ), contra os administradores do bingo clandestino no Recreio dos Bandeirantes revelou o alto volume de dinheiro movimentado no local e uma espécie de período obrigatório de prejuízo para os apostadores.
O negócio mantinha um tempo determinado onde o apostador não conseguia ter possibilidade de ganhar. Em alguns casos, segundo denúncia do MPRJ, clientes chegaram a perder quantias que variavam entre R$ 10 mil e R$ 20 mil.

