O grupo utilizava criptomoedas para financiar as atividades e comercializava carregadores de pistolas produzidos em impressoras 3D em plataformas de venda on-line. Entre 2021 e 2022, o principal suspeito negociou o material com 79 compradores.
A maioria dos compradores possui antecedentes criminais por tráfico de drogas e outros delitos. No estado do Rio, os agentes identificaram 10 compradores, em São Francisco de Itabapoana, Araruama, São Pedro da Aldeia, Armação dos Búzios e na capital fluminense. Um deles está preso após ter sido flagrado com grande quantidade de armas e munições.

